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	<description>Um ecossistema completo para impulsionar o seu negócio</description>
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		<title>Sucessão no Ceará: a empresa que cresce e o risco que ela herda</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:34:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Grande parte das empresas que movimentam a economia cearense é familiar e muitas estão chegando ao momento mais sensível da trajetória do negócio: a sucessão. Durante anos, decisões ficaram concentradas no fundador, processos foram construídos na confiança e patrimônio pessoal e empresarial acabaram se misturando. Esse modelo sustenta o crescimento por um tempo, mas costuma [&#8230;]</p>
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<p>Grande parte das empresas que movimentam a economia cearense é familiar e muitas estão chegando ao momento mais sensível da trajetória do negócio: a sucessão.</p>



<p>Durante anos, decisões ficaram concentradas no fundador, processos foram construídos na confiança e patrimônio pessoal e empresarial acabaram se misturando. Esse modelo sustenta o crescimento por um tempo, mas costuma gerar riscos quando chega a hora da transição.</p>



<p>Sem planejamento, a sucessão pode significar conflitos societários, impactos tributários inesperados, processos de inventário demorados e perda de valor para a empresa.</p>



<p>A holding familiar é uma das estruturas mais conhecidas para enfrentar esse desafio, mas só gera resultado quando é construída com estratégia. Mais do que uma solução societária, ela precisa integrar visão tributária, contábil, jurídica e patrimonial.</p>



<p>Governança não reduz controle. Organiza o controle, protege o patrimônio e cria regras claras para o futuro.</p>



<p>O melhor momento para estruturar uma sucessão é quando a empresa está saudável e o fundador ainda conduz as decisões. Porque preparar a próxima geração é preservar o que levou anos para ser construído.</p>
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		<title>Por que o médio porte do Ceará é o cliente mais mal atendido do país</title>
		<link>https://ttco.com.br/conteudo/por-que-o-medio-porte-do-ceara-e-o-cliente-mais-mal-atendido-do-pais-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma faixa de empresas no Ceará que cresce rápido, mas continua pouco atendida pelo mercado: o médio porte. Grandes consultorias priorizam grandes grupos. Estruturas tradicionais seguem entregando um atendimento operacional que já não acompanha a complexidade do negócio. O resultado são empresas crescendo em faturamento, mas tomando decisões com estruturas que ficaram pequenas. Tributário, [&#8230;]</p>
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<p>Existe uma faixa de empresas no Ceará que cresce rápido, mas continua pouco atendida pelo mercado: o médio porte.</p>



<p>Grandes consultorias priorizam grandes grupos. Estruturas tradicionais seguem entregando um atendimento operacional que já não acompanha a complexidade do negócio. O resultado são empresas crescendo em faturamento, mas tomando decisões com estruturas que ficaram pequenas.</p>



<p>Tributário, contábil, jurídico e consultivo passam a atuar de forma isolada e falta uma visão integrada que conecte estratégia, risco e crescimento.</p>



<p>Com a automação tornando o operacional cada vez mais acessível, o diferencial deixou de ser executar processos e passou a ser gerar inteligência para o negócio.</p>



<p>É nesse espaço que o modelo de ecossistema ganha força: integrar especialidades para transformar informação em decisão e criar soluções que conversem entre si.</p>



<p>A TT&amp;Co. chega ao Ceará com atuação nacional e atendimento local para atender empresas que cresceram e agora precisam de parceiros preparados para acompanhar essa nova fase.</p>



<p>Porque, quando a empresa evolui, o modelo de atendimento também precisa evoluir.</p>
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		<title>O passivo que ninguém colocou no balanço</title>
		<link>https://ttco.com.br/conteudo/o-passivo-que-ninguem-colocou-no-balanco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:17:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[passivo trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe um número silencioso dentro da folha de pagamento de muitas empresas cearenses  e ele quase nunca aparece nos relatórios até se transformar em processo. É o passivo trabalhista oculto. Na maioria das vezes, ele não nasce de má gestão. Nasce de decisões tomadas para fazer a operação funcionar, reconhecer equipes ou acompanhar o crescimento [&#8230;]</p>
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<p>Existe um número silencioso dentro da folha de pagamento de muitas empresas cearenses  e ele quase nunca aparece nos relatórios até se transformar em processo. É o passivo trabalhista oculto.</p>



<p>Na maioria das vezes, ele não nasce de má gestão. Nasce de decisões tomadas para fazer a operação funcionar, reconhecer equipes ou acompanhar o crescimento do negócio sem que os processos internos evoluam na mesma velocidade.</p>



<p>Um cenário recorrente que encontramos: a empresa cria um programa de bônus para valorizar o time. O pagamento se repete mês após mês, trimestre após trimestre, sem critérios claros ou documentação adequada. Com o tempo, aquilo que começou como incentivo pode ser interpretado como parte da remuneração, gerando reflexos em FGTS, férias, 13º salário e encargos. Quando isso acontece em escala, o impacto deixa de ser operacional e passa a ser financeiro.</p>



<h1 class="wp-block-heading">O Passivo que precisa ser mostrado</h1>



<p>Para empresas de médio porte e intensivas em mão de obra, esse risco não é teórico. Ele aparece na terceirização sem estrutura contratual adequada, nas comissões pagas fora da política formal, nos controles de jornada frágeis ou em rotinas de RH que nunca foram revisitadas.</p>



<p><strong>O problema é que o risco trabalhista ainda costuma ser tratado de forma reativa.</strong></p>



<p>Muitas empresas só acionam apoio jurídico quando a ação chega. Nesse momento, o investimento já não é em prevenção é em defesa. E quase sempre o custo de corrigir depois supera o custo de organizar antes.</p>



<p>É por isso que acreditamos em uma lógica diferente: auditoria preventiva com visão operacional.</p>



<p>No consultivo estratégico trabalhista (CET), o trabalho começa dentro da operação. Aplicamos o método Gemba&nbsp; estar no local onde o trabalho acontece, porque o risco trabalhista não aparece apenas em documentos. Ele aparece na rotina real: na forma como a jornada é registrada, como os pagamentos são estruturados, como a liderança opera e como os processos acontecem no dia a dia.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://ttjus.com.br/2026/04/02/holding-e-a-reforma-tributaria-um-novo-paradigma-para-o-planejamento-sucessorio-e-patrimonial/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="970" height="250" data-id="9604" src="https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Banner-site-ABRASEL-3.png" alt="https://ttjus.com.br/" class="wp-image-9604" srcset="https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Banner-site-ABRASEL-3.png 970w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Banner-site-ABRASEL-3-720x186.png 720w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Banner-site-ABRASEL-3-768x198.png 768w" sizes="(max-width: 970px) 100vw, 970px" /></a></figure>
</figure>



<p>É nesse encontro entre prática e processo que os passivos costumam aparecer.</p>



<p>O resultado normalmente surpreende. Políticas de premiação precisam ser redesenhadas. Contratos de terceirização exigem ajustes. Rotinas internas revelam exposições que passaram despercebidas por anos.</p>



<p>Corrigir antes da fiscalização ou da reclamatória exige investimento. Mas quase sempre custa menos do que administrar os reflexos depois.</p>



<p><a href="https://ttjus.com.br/2026/04/02/holding-e-a-reforma-tributaria-um-novo-paradigma-para-o-planejamento-sucessorio-e-patrimonial/">A reforma trabalhista</a> ampliou as possibilidades de estruturação das relações de trabalho. Mas flexibilidade sem método cria exposição. Empresas que aproveitam esse cenário com segurança documentam, formalizam e revisaram continuamente.</p>



<p>Por isso, uma pergunta passou a ser estratégica para empresas que cresceram:</p>



<p>Quanto da sua folha já representa risco e ainda não foi identificado?</p>



<p>Na maioria das vezes, o melhor momento para descobrir isso é antes que alguém descubra por você.</p>
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		<title>Por que o médio porte do Ceará é o cliente mais mal atendido do país</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma faixa de empresas no Ceará que cresce rápido, mas continua pouco atendida pelo mercado: o médio porte. Grandes consultorias priorizam grandes grupos. Estruturas tradicionais seguem entregando um atendimento operacional que já não acompanha a complexidade do negócio. O resultado são empresas crescendo em faturamento, mas tomando decisões com estruturas que ficaram pequenas. Tributário, [&#8230;]</p>
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<p>Existe uma faixa de empresas no Ceará que cresce rápido, mas continua pouco atendida pelo mercado: o médio porte.</p>



<p>Grandes consultorias priorizam grandes grupos. Estruturas tradicionais seguem entregando um atendimento operacional que já não acompanha a complexidade do negócio. O resultado são empresas crescendo em faturamento, mas tomando decisões com estruturas que ficaram pequenas.</p>



<p>Tributário, contábil, jurídico e consultivo passam a atuar de forma isolada — e falta uma visão integrada que conecte estratégia, risco e crescimento.</p>



<p>Com a automação tornando o operacional cada vez mais acessível, o diferencial deixou de ser executar processos e passou a ser gerar inteligência para o negócio.</p>



<p>É nesse espaço que o modelo de ecossistema ganha força: integrar especialidades para transformar informação em decisão e criar soluções que conversem entre si.</p>



<p>A TT&amp;Co. chega ao Ceará com atuação nacional e atendimento local para atender empresas que cresceram e agora precisam de parceiros preparados para acompanhar essa nova fase.</p>



<p>Porque, quando a empresa evolui, o modelo de atendimento também precisa evoluir.</p>
<p>O post <a href="https://ttco.com.br/conteudo/por-que-o-medio-porte-do-ceara-e-o-cliente-mais-mal-atendido-do-pais/">Por que o médio porte do Ceará é o cliente mais mal atendido do país</a> apareceu primeiro em <a href="https://ttco.com.br">TT&amp;co.</a>.</p>
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		<title>A reforma tributária não vai esperar o médio porte cearense se organizar</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 19:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Toda semana, nossa equipe conversa com empresas no Ceará que cresceram rápido e hoje enfrentam um cenário que se repete: o faturamento evoluiu, a operação expandiu, mas a estrutura tributária ficou parada no tempo. Muitas vezes, o modelo fiscal continua sendo o mesmo de quando a empresa faturava um terço do que fatura hoje. Até [&#8230;]</p>
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<p>Toda semana, nossa equipe conversa com empresas no Ceará que cresceram rápido e hoje enfrentam um cenário que se repete: o faturamento evoluiu, a operação expandiu, mas a estrutura tributária ficou parada no tempo.<br></p>



<p>Muitas vezes, o modelo fiscal continua sendo o mesmo de quando a empresa faturava um terço do que fatura hoje. Até aqui, a complexidade do sistema acabou mascarando ineficiências, decisões antigas e oportunidades não exploradas.<br></p>



<p>Mas 2026 marca uma virada.</p>



<p>Com a transição prevista pela Lei Complementar 214/2025 para o IBS e a CBS, este ano já funciona como período de preparação. As empresas que usam esse momento para entender impactos e reorganizar processos ganham tempo, previsibilidade e margem. Quem deixar para agir apenas quando as mudanças estiverem consolidadas pode descobrir custos que já não serão tão simples de corrigir.<br></p>



<p>No Ceará, temos acompanhado esse cenário em diferentes setores: indústria de alimentos, calçadista em Sobral, distribuição na região metropolitana, agro no Cariri. Empresas entre dez, trinta e cinquenta milhões de faturamento que compartilham desafios semelhantes: cadastro de mercadorias desatualizado, créditos não aproveitados, enquadramentos nunca revisitados e estruturas que deixaram de acompanhar o crescimento do negócio.<br></p>



<p>E o ponto mais importante é que o principal erro raramente é técnico. É estratégico.<br></p>



<p>Ainda existe a percepção de que tributo é um custo fixo, sem espaço para revisão. Na prática, grande parte dessa conta é dinâmica e pode ser otimizada quando existe leitura integrada da operação. A reforma reforça isso porque altera a lógica de creditamento e exige entendimento profundo do fluxo empresarial.</p>



<p>Por isso, as ações que geram impacto agora são objetivas:<br>• Revisar o cadastro de mercadorias<br>• Simular os efeitos da reforma no setor da empresa<br>• Identificar créditos acumulados não aproveitados<br>• Revisar se o regime tributário continua adequado</p>



<p>São movimentos que podem ser executados em poucas semanas e que influenciam diretamente o resultado do ano.</p>



<p>Foi para responder a esse cenário que estruturamos nossa atuação no Ceará com visão integrada entre tributário, contábil e jurídico. Recuperar crédito sem olhar exposição trabalhista não resolve. Organizar contabilidade sem considerar os impactos da reforma também não.</p>



<p>Empresas de médio porte não precisam de mais um fornecedor isolado. Precisam de parceiros que enxerguem o negócio como um todo, identifiquem perdas silenciosas e construam proteção para o próximo ciclo de crescimento.</p>



<p>Se a sua empresa fatura acima de três milhões por ano e ainda não avaliou o impacto da reforma tributária sobre o seu setor, este talvez seja um dos movimentos com maior potencial de retorno em 2026.</p>



<p>A contagem já começou. A diferença estará em quem se antecipa.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>LGPD e Inteligência Artificial: riscos e oportunidades para empresas</title>
		<link>https://ttco.com.br/conteudo/lgpd-e-inteligencia-artificial-riscos-e-oportunidades-para-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 19:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inteligência artificial já está integrada ao dia a dia das empresas, trazendo ganhos relevantes de produtividade, automação e eficiência operacional. No entanto, junto com esses benefícios, surge uma questão estratégica: o uso de dados pessoais dentro dessas ferramentas precisa estar em conformidade com a LGPD. O funcionamento da IA depende diretamente de dados. Quanto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A inteligência artificial já está integrada ao dia a dia das empresas, trazendo ganhos relevantes de produtividade, automação e eficiência operacional. No entanto, junto com esses benefícios, surge uma questão estratégica: o uso de dados pessoais dentro dessas ferramentas precisa estar em conformidade com a LGPD.</p>



<p>O funcionamento da IA depende diretamente de dados. Quanto maior o volume de informações processadas, melhores tendem a ser os resultados. Esse cenário, porém, entra em tensão com os princípios da LGPD, que exigem finalidade específica, necessidade e base legal para qualquer tratamento de dados.</p>



<p>Muitas empresas utilizam ferramentas de IA sem ter clareza sobre quais dados estão sendo processados, onde estão armazenados ou com quem são compartilhados. Essa falta de visibilidade é um dos principais pontos de risco.</p>



<p>Nesse contexto, surgem os chamados passivos ocultos — riscos jurídicos que não estão mapeados, não aparecem em relatórios internos e só se tornam visíveis em momentos críticos, como fiscalizações, incidentes de segurança ou operações societárias.</p>



<p>A falsa sensação de conformidade é comum. Ter política de privacidade, cláusulas contratuais ou um encarregado nomeado não garante governança efetiva. A <a href="https://ttco.com.br/conteudo/atualizacao-sobre-a-lgpd-e-sua-aplicacao-em-contratos-e-litigios/" type="link" id="https://ttco.com.br/conteudo/atualizacao-sobre-a-lgpd-e-sua-aplicacao-em-contratos-e-litigios/">LGPD</a> exige capacidade de demonstrar controle contínuo sobre o tratamento de dados.</p>



<p>O uso da inteligência artificial amplia significativamente os riscos, especialmente quando envolve dados sensíveis, transferências internacionais, ausência de transparência nos processos automatizados e retenção indevida de informações.</p>



<p>Áreas como marketing, recursos humanos, atendimento ao cliente e jurídico são particularmente expostas, pois lidam diretamente com dados pessoais e, muitas vezes, utilizam ferramentas tecnológicas sem avaliação prévia de risco.</p>



<p>É importante destacar que a <a href="https://ttco.com.br/conteudo/atualizacao-sobre-a-lgpd-e-sua-aplicacao-em-contratos-e-litigios/" type="link" id="https://ttco.com.br/conteudo/atualizacao-sobre-a-lgpd-e-sua-aplicacao-em-contratos-e-litigios/">LGPD</a> não proíbe o uso de inteligência artificial. O que a legislação exige é responsabilidade, estrutura e governança. O problema não está na tecnologia, mas na forma desorganizada como ela é utilizada.</p>



<p>Quando não tratados, esses riscos deixam de ser invisíveis e passam a impactar diretamente o negócio, podendo gerar sanções, perda de valor em negociações, exigências contratuais mais rígidas e danos reputacionais.</p>



<p>Por outro lado, empresas que estruturam sua governança de dados conseguem transformar a LGPD em vantagem competitiva, aumentando a confiança do mercado, de clientes e de investidores.</p>



<p>A adoção de práticas como mapeamento de dados, auditoria de processos, controle de acessos e implementação de privacy by design permite reduzir riscos e trazer maior previsibilidade às operações.</p>



<p>A inteligência artificial continuará evoluindo e ampliando seu espaço nas empresas. Nesse cenário, a conformidade com a LGPD deixa de ser apenas uma obrigação legal e passa a ser um elemento estratégico para crescimento sustentável.</p>



<p>No final, a reflexão central não está em utilizar ou não inteligência artificial, mas em compreender, com precisão, quais dados estão sendo utilizados, como são tratados e quais riscos estão envolvidos nessa operação.</p>



<p>Por: Juliana Marques</p>



<p></p>
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		<title>Simples Nacional: reenquadramento, exclusão e efeitos jurídicos da regularização</title>
		<link>https://ttco.com.br/conteudo/simples-nacional-reenquadramento-rxclusao-e-efeitos-juridicos-da-regularizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 20:37:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O regime tributário do Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, representa um tratamento diferenciado e simplificado para microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). Contudo, a manutenção neste regime exige a observância rigorosa de prazos e o cumprimento de obrigações fiscais. Anualmente, o mês de janeiro se configura como um período de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://ttco.com.br/conteudo/simples-nacional-reenquadramento-rxclusao-e-efeitos-juridicos-da-regularizacao/">Simples Nacional: reenquadramento, exclusão e efeitos jurídicos da regularização</a> apareceu primeiro em <a href="https://ttco.com.br">TT&amp;co.</a>.</p>
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<p>O regime tributário do Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, representa um tratamento diferenciado e simplificado para microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). Contudo, a manutenção neste regime exige a observância rigorosa de prazos e o cumprimento de obrigações fiscais. Anualmente, o mês de janeiro se configura como um período de extrema relevância estratégica para os contribuintes, estabelecendo a janela decisiva para a adesão, regularização e, notadamente, o enquadramento no sistema.</p>



<p><strong>Prazos de adesão e exclusão do Simples Nacional</strong><br><br>A legislação tributária estabelece um período singular para a formalização da opção pelo Simples Nacional. Para empresas já em atividade, o prazo de adesão ocorre anualmente, de 1º a 31 de janeiro. A opção, uma vez deferida, produz efeitos retroativos ao primeiro dia do ano-calendário.</p>



<p>A exclusão do regime, por sua vez, exige atenção redobrada. No caso de exclusão por débitos, a Receita Federal do Brasil (RFB) notifica a empresa, concedendo um prazo de 90 (noventa) dias, contados da ciência do Termo de Exclusão, para a regularização. A inércia do contribuinte em sanar as pendências dentro deste prazo resulta na exclusão automática do Simples Nacional a partir de 1º de janeiro do ano subsequente.</p>



<p><strong>O Reenquadramento Estratégico: a oportunidade de Janeiro</strong><br><br>Para as empresas que foram excluídas do Simples Nacional por pendências fiscais, o mês<br>de janeiro oferece uma oportunidade singular de reversão, permitindo o chamado<br>reenquadramento. Mesmo após a exclusão formal em 1º de janeiro, o contribuinte pode<br>solicitar o retorno ao Simples Nacional, desde que cumpra duas condições cumulativas e<br>essenciais dentro deste prazo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regularização Integral dos Débitos: Quitação ou parcelamento de todas as pendências que motivaram a exclusão.<br></li>



<li>Formalização do Pedido de Reenquadramento: Solicitação realizada no portal do Simples Nacional ou via Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). O sucesso na regularização e no pedido de reenquadramento dentro deste prazo assegura que a empresa retorne ao Simples Nacional com efeitos retroativos a 1º de Janeiro do mesmo ano.</li>
</ul>



<p></p>



<p><strong>Consequências da inobservância do prazo</strong></p>



<p>A perda do prazo final de 31 de janeiro para a regularização e o pedido de reenquadramento implica a exclusão definitiva da empresa do Simples Nacional para o ano calendário.</p>



<p>Neste cenário, a empresa será compulsoriamente enquadrada nos regimes de Lucro Presumido ou Lucro Real, o que invariavelmente acarreta maior complexidade operacional e, na maioria dos casos, um aumento significativo da carga tributária.</p>



<p><strong>A importância da orientação profissional</strong></p>



<p><br>A gestão dos prazos e a estratégia de reenquadramento no Simples Nacional são temas de alta complexidade e consequências financeiras significativas. O período de janeiro concentra decisões que podem determinar a saúde fiscal e a competitividade de uma Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte por todo o ano.</p>



<p>Neste cenário de alta complexidade e consequências financeiras significativas, a orientação profissional especializada torna-se não apenas um diferencial, mas uma necessidade estratégica. Um planejamento tributário adequado, conduzido por profissionais com profundo conhecimento da legislação do Simples Nacional, garante que todos os prazos sejam cumpridos, as pendências sejam corretamente identificadas e regularizadas, e o<br>processo de reenquadramento seja conduzido com a máxima segurança jurídica.<br><br>Evite riscos desnecessários e assegure a melhor saúde fiscal para o seu negócio. Consulte um especialista em direito tributário para garantir que sua empresa aproveite ao máximo os benefícios do Simples Nacional e mantenha-se em plena conformidade com a Receita Federal.</p>



<p>Por: Karen Rubim</p>



<p></p>
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		<title>Receita Federal e CGIBS estabelecem período de transição e suspendempenalidades pela ausência de CBS/IBS nas notas fiscais</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 20:14:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) estabeleceram um período de adaptação para empresas e microempreendedores que emitem documentos fiscais eletrônicos diante da implementação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tributos criados pela reforma tributária sobre o consumo. Por [&#8230;]</p>
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<p>A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) estabeleceram um período de adaptação para empresas e microempreendedores que emitem documentos fiscais eletrônicos diante da implementação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tributos criados pela reforma tributária sobre o consumo.</p>



<p>Por meio do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 publicado no final de dezembro, os órgãos definiram que não haverá aplicação de multas ou penalidades pela ausência de preenchimento dos campos relativos à CBS e ao IBS nas notas fiscais eletrônicas nos três primeiros meses contados da publicação dos regulamentos dos novos tributos, sendo a obrigatoriedade exigida apenas a partir do primeiro dia do quarto mês subsequente, o que pode representar, na prática, até quatro meses de tolerância para adaptação dos contribuintes.</p>



<p>Durante esse período, a ausência das informações da CBS e do IBS não acarretará a rejeição automática dos documentos fiscais eletrônicos, tampouco impedirá o cumprimento das obrigações acessórias relacionadas à dispensa de recolhimento dos novos tributos. A medida foi adotada em razão da ausência, até o momento, dos regulamentos que irão disciplinar de forma definitiva a operacionalização da CBS e do IBS, cuja publicação é esperada para o início de 2026, após a sanção do Projeto de Lei Complementar nº 108/2024, que integra a segunda etapa de regulamentação da reforma tributária.</p>



<p>O ano de 2026 será marcado por uma fase de transição com caráter educativo e orientativo, sem recolhimento efetivo da CBS e do IBS. Nesse período, a apuração dos novos tributos terá finalidade exclusivamente informativa, permitindo que empresas, contadores e administrações públicas realizem testes, ajustes de sistemas e validação das informações exigidas pelo novo modelo tributário. A Receita Federal esclareceu que o início da obrigatoriedade de preenchimento dos campos dependerá da data de publicação dos regulamentos, de modo que, se divulgados em janeiro de 2026, a exigência passará a valer em maio do mesmo ano, e, se publicados em fevereiro, em junho de 2026.</p>



<p>Nesse contexto, a concessão do prazo de adaptação reforça a lógica de transição gradual adotada pela reforma tributária, permitindo que os contribuintes se adequem às novas exigências sem a imposição imediata de sanções. A orientação dos órgãos fazendários é no sentido de privilegiar, ao menos em 2026, a aprendizagem, a correção de falhas operacionais e a estabilização dos sistemas, assegurando maior previsibilidade e segurança jurídica na implementação da CBS e do IBS.</p>



<p>Segundo os órgãos responsáveis, a diretriz consolida o caráter gradual da transição e busca assegurar segurança jurídica aos contribuintes, evitando impactos abruptos no cumprimento das obrigações fiscais. A implementação dos novos tributos será acompanhada pela utilização dos documentos fiscais eletrônicos já existentes, bem como por uma nova plataforma tecnológica nacional, atualmente em fase de testes, que permitirá a operacionalização da CBS e do IBS de forma progressiva, cooperativa e tecnicamente assistida.</p>



<p>Por: Vitória Mathias</p>



<p></p>
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		<title>Impactos do adicional no Lucro Presumido para empresas no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 18:13:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A possível instituição de um adicional na tributação do Lucro Presumido tende a impactar diretamente a base de cálculo do IRPJ e da CSLL, com efeitos mais significativos para as empresas prestadoras de serviços, que já operam sob percentuais elevados de presunção no sistema tributário brasileiro. Atualmente, no regime do Lucro Presumido, a apuração do [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="2560" height="1435" src="https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-9463" srcset="https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-scaled.jpg 2560w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-720x404.jpg 720w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-1600x897.jpg 1600w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-768x430.jpg 768w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-1536x861.jpg 1536w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-2048x1148.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption class="wp-element-caption">Person using a financial calculator, planning their savings and investments</figcaption></figure>



<p>A possível <strong>instituição de um adicional na tributação do Lucro Presumido</strong> tende a impactar diretamente a <strong>base de cálculo do IRPJ e da CSLL</strong>, com efeitos mais significativos para as <strong>empresas prestadoras de serviços</strong>, que já operam sob <strong>percentuais elevados de presunção</strong> no sistema tributário brasileiro.</p>



<p>Atualmente, no <strong>regime do Lucro Presumido</strong>, a apuração do <strong>Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)</strong> e da <strong>Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)</strong> é realizada com base em <strong>percentuais fixos aplicados sobre a receita bruta</strong>, e não sobre o lucro efetivo da empresa. Para atividades de prestação de serviços, o percentual de presunção é, como regra geral, de <strong>32%</strong>, tanto para o IRPJ quanto, em determinadas hipóteses, para a CSLL.</p>



<p>A criação de um <strong>novo adicional tributário no Lucro Presumido</strong> pode elevar a carga fiscal de diferentes maneiras, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aumento dos percentuais de presunção;<br></li>



<li>majoração das alíquotas aplicáveis;<br></li>



<li>ampliação das receitas incluídas na base de cálculo dos tributos federais.<br></li>
</ul>



<p>Mesmo sem a definição completa da forma de incidência desse adicional, qualquer acréscimo sobre a <strong>receita presumida</strong> produz efeitos imediatos na <strong>apuração trimestral dos tributos</strong>, impactando diretamente o fluxo de caixa das empresas. Para o setor de serviços, esse impacto tende a ser ainda mais sensível, já que <strong>pequenas variações na carga tributária podem gerar aumentos relevantes no custo fiscal total</strong>, afetando a rentabilidade do negócio.</p>



<p>Esse cenário se agrava quando analisado em conjunto com o <strong>Projeto de Lei Complementar nº 128/2025</strong>, que prevê a <strong>redução mínima de 10% dos benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia</strong>. Embora o projeto não trate de forma expressa do regime do Lucro Presumido, ele abre espaço para a <strong>revisão ou supressão de mecanismos que reduzem a carga tributária efetiva</strong>, como percentuais de presunção diferenciados, tratamentos específicos de receitas e regimes favorecidos atualmente vigentes no Brasil.</p>



<p>A combinação entre o <strong>adicional no Lucro Presumido</strong> e a política de <strong>redução de benefícios fiscais federais</strong> prevista no PLP nº 128/2025 tende a produzir um <strong>efeito cumulativo de aumento da carga tributária</strong>, especialmente para empresas prestadoras de serviços, que já enfrentam um modelo de tributação mais oneroso quando comparado a outros setores da economia.</p>



<p>Além disso, a utilização de uma definição ampla para o conceito de <strong>“benefícios federais”</strong> pode gerar <strong>insegurança jurídica</strong>, ampliando a margem de interpretação da Administração Tributária e aumentando o risco de <strong>autuações fiscais</strong>, bem como de <strong>litígios administrativos e judiciais</strong> envolvendo IRPJ e CSLL.</p>



<p>Diante desse contexto, a eventual aprovação do adicional no regime do Lucro Presumido, aliada às diretrizes do <strong>PLP nº 128/2025</strong>, exige das empresas optantes por esse regime, especialmente as prestadoras de serviços um <strong>acompanhamento legislativo constante</strong>, a <strong>avaliação prévia dos impactos financeiros</strong> e a <strong>revisão do planejamento tributário</strong>, como medidas essenciais para <strong>mitigar riscos fiscais</strong>, preservar a <strong>segurança jurídica</strong> e manter o <strong>equilíbrio econômico-financeiro das atividades empresariais</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Palavras-chave estratégicas usadas (SEO/GEO)</strong></h3>



<p>Lucro Presumido • adicional tributário • IRPJ • CSLL • empresas prestadoras de serviços • carga tributária • planejamento tributário • PLP 128/2025 • benefícios fiscais federais • tributação no Brasil • risco fiscal • segurança jurídica</p>



<p></p>
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		<title>A visão estratégica por trás do registro e proteção de marca no mundo corporativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 18:50:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No cenário empresarial, para muito além do produto ofertado ou do serviço prestado, a marca da empresa funciona como um patrimônio imaterial que traduz a essência, credibilidade e reputação do negócio perante o mercado consumidor e investidor. Por tal razão, a visão sobre a importância de registrar e proteger a marca vem crescendo cada dia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No cenário empresarial, para muito além do produto ofertado ou do serviço prestado, a marca da empresa funciona como um patrimônio imaterial que traduz a essência, credibilidade e reputação do negócio perante o mercado consumidor e investidor.<br><br>Por tal razão, a visão sobre a importância de registrar e proteger a marca vem crescendo cada dia mais dentro do mundo corporativo, passando a ser compreendido por muitos empresários como algo indispensável para consolidar a posição da empresa no mercado e assegurar que todo o valor construído ao longo dos anos esteja juridicamente protegido.<br><br>Tal visão estratégica e protetiva, no entanto, não é novidade! Uma marca, uma vez registrada perante o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual – INPI se transforma em um ativo estratégico capaz de impulsionar o crescimento do negócio, permitir expansão territorial, atrair investidores e dar segurança em marketing e inovação para a empresa titular de seu domínio, se tornando assim um patrimônio intangível — muitas vezes mais valioso que a atividade principal desenvolvida pela empresa, suas instalações físicas, máquinas ou estoques.<br><br>A exemplo disto, podemos citar diversas empresas brasileiras que começaram como negócios pequenos ou regionais e, ao investir na proteção de suas marcas, transformaram- se em potências reconhecidas dentro e fora do país, não só por seus produtos/serviços, mas também por sua identidade nominativa e visual exclusiva, como exemplo temos a NATURA, HAVAIANAS, CACAU-SHOW e NUBANK!<br><br>Tais empresas, por exemplo, evidenciam que em razão do registro e proteção de suas marcas, possibilitaram ao público consumidor que a simples menção ou contato com seus produtos e serviços se tornassem suficientes para que seu negócio fosse identificado. Afinal, ao nos depararmos com propagandas da NUBANK (com sua cor roxa e seu logo abreviado pela palavra “NU”), com as embalagens de produtos da Cacau-Show (identificados com as letras “CS” e suas 7 estrelas), com produtos de beleza da Natura (com seu característico logo em formato de flor) ou ao colocarmos uma Havaianas (com o nome escrito nas tiras diagonais dos chinelos, acompanhado pela bandeira do Brasil), não temos dúvidas sobre quais empresas estamos diantes, não é mesmo?<br><br>Além disso, para muito além dos benefícios acima citados, o registro da marca evita a concorrência desleal e cópias que possam confundir o consumidor, agregando valor financeiro ao negócio, tornando a marca negociável, licenciável e atrativa a investidores, facilitando expansão nacional e internacional, franqueamento e parcerias, fortalecendo a reputação, gerando confiança e reconhecimento.<br><br>O registro de marca é o que transforma um nome em um patrimônio valioso, capaz de gerar riqueza, diferenciação e longevidade. Portanto, no cenário corporativo atual, proteger a marca é proteger o próprio futuro da empresa.</p>



<p>Por: Luísa Marinho</p>



<p></p>
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