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	<description>Um ecossistema completo para impulsionar o seu negócio</description>
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		<title>Sua empresa pode estar correndo riscos tributários</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Receita Estadual do Rio Grande do Sul investiga um grupo de empresas suspeito de dividir seu faturamento para obter, de forma indevida, benefícios do Simples Nacional. A apuração identificou cerca de R$55 milhões em operações analisadas nos últimos cinco anos. Mas o que isso significa para as empresas? O fracionamento irregular acontece quando um [&#8230;]</p>
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<p>A Receita Estadual do Rio Grande do Sul investiga um grupo de empresas suspeito de dividir seu faturamento para obter, de forma indevida, benefícios do Simples Nacional. A apuração identificou cerca de R$55 milhões em operações analisadas nos últimos cinco anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas o que isso significa para as empresas?</strong></h2>



<p>O fracionamento irregular acontece quando um negócio divide artificialmente suas atividades ou receitas entre diferentes empresas para aparentar um faturamento menor e, assim, conseguir vantagens tributárias.</p>



<p>É importante entender que ter mais de uma empresa ou sócios em comum não significa, necessariamente, cometer uma irregularidade. O problema surge quando essa estrutura é utilizada para contornar as regras da legislação tributária.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os riscos?</strong></h2>



<p>Quando uma irregularidade é comprovada, a empresa pode ser excluída do Simples Nacional e ter que pagar diferenças de impostos, juros e multas, conforme as regras aplicáveis.</p>



<p>Por isso, acompanhar o faturamento, revisar o enquadramento tributário e manter as informações financeiras e societárias organizadas são cuidados essenciais para evitar problemas com o Fisco.</p>



<p><strong>Pagar menos impostos dentro da lei é possível, mas exige planejamento e conhecimento.</strong> Com uma análise tributária adequada, sua empresa pode identificar oportunidades de economia, prevenir riscos e tomar decisões mais seguras para crescer.</p>



<p>Na TT&amp;Co, acreditamos que uma gestão tributária inteligente começa com informação, estratégia e escolhas conscientes.</p>



<p></p>
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		<title>Taxa das blusinhas: os limites do livre comércio e protecionismo para o equilíbrio financeiro do país</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 19:28:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Poucos debates tributários atuais conseguiram traduzir, de maneira tão simples e popular, uma questão econômica tão complexa quanto a chamada “taxa das blusinhas”. Sob a aparência de uma controvérsia restrita ao custo de pequenas compras realizadas pela internet, a discussão revela um conflito entre interesses: de um lado, o acesso do consumidor a produtos mais [&#8230;]</p>
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<p>Poucos debates tributários atuais conseguiram traduzir, de maneira tão simples e popular, uma questão econômica tão complexa quanto a chamada “taxa das blusinhas”. Sob a aparência de uma controvérsia restrita ao custo de pequenas compras realizadas pela internet, a discussão revela um conflito entre interesses: de um lado, o acesso do consumidor a produtos mais baratos e variados; e de outro, a necessidade de assegurar condições minimamente equilibradas para as empresas nacionais e preservar a capacidade financeira do Estado.</p>



<p>O tema retorna ao centro do debate nacional nesta semana, com a análise, pelo Congresso Nacional, da conversão em lei da Medida Provisória nº 1.357/2026, que permite zerar o Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 e estabelece tratamento diferenciado para remessas de até US$ 3.000. A MP será analisada pela Comissão Mista em 31 de agosto e, se aprovada, seguirá aos plenários da Câmara e do Senado, devendo ser convertida em lei até 8 de setembro de 2026, sob pena de restabelecimento da cobrança anterior.&nbsp;</p>



<p>A MP desloca o centro da discussão. Mais do que definir uma cobrança uniforme, estabelece uma margem maior para regular a tributação conforme objetivos econômicos, fiscais e aduaneiros, reforçando o caráter extrafiscal do Imposto de Importação, que não se limita à arrecadação, mas também pode influenciar comportamentos, fluxos comerciais e relações de concorrência. Nesse contexto, a questão talvez não seja simplesmente escolher entre cobrar ou não cobrar, mas refletir sobre qual desenho tributário produz menos distorções e maior equilíbrio.&nbsp;</p>



<p>Antes da medida provisória, a Lei nº 14.902/2024 passou a prever a incidência de 20% de Imposto de Importação sobre remessas de até US$50 destinadas a pessoas físicas. A alteração surgiu em meio ao crescimento das compras realizadas em plataformas estrangeiras e à pressão do comércio nacional, que apontava uma assimetria entre o produto adquirido diretamente do exterior e aquele vendido por empresas brasileiras, submetidas a custos tributários, trabalhistas, regulatórios e logísticos mais elevados. A controvérsia, desde então, nunca foi exclusivamente arrecadatória, ela envolve a definição das regras pelas quais empresas nacionais e estrangeiras disputam o mesmo consumidor.</p>



<p>O livre comércio oferece vantagens inegáveis. A abertura amplia a concorrência, estimula a eficiência, favorece a inovação e permite que o consumidor encontre maior variedade de bens a preços potencialmente menores. Sob essa perspectiva, a redução do Imposto de Importação pode aliviar o orçamento das famílias e democratizar o acesso a produtos antes menos disponíveis. Contudo, liberdade comercial não se confunde com ausência de regulação. Quando a vantagem do produto importado decorre apenas de uma diferença de tratamento tributário, e não de produtividade ou inovação, a concorrência deixa de ser plenamente igualitária.</p>



<p>É nesse ponto que a proteção do mercado interno encontra sua justificativa, mas também seus limites. Não deve se transformar a tributação em um mecanismo permanente de preservação de modelos ineficientes, nem transferir ao consumidor o custo integral da proteção por meio de preços elevados. O protecionismo excessivo reduz a pressão competitiva, desestimula a modernização produtiva e pode criar uma economia dependente de barreiras, em vez de uma economia capaz de competir.</p>



<p>A MP nº 1.357/2026 procura responder a esse dilema por meio de maior flexibilidade tributária e mecanismos de conformidade. A redução do imposto para remessas de até US$50 pode beneficiar o consumidor, mas sua sustentabilidade depende de fiscalização efetiva, rastreabilidade e combate a práticas como subfaturamento e fracionamento artificial de encomendas. Afinal, menor tributação não pode significar menor capacidade de controle do Estado.&nbsp;</p>



<p>Também é preciso considerar o impacto fiscal. Ao mesmo tempo, uma tributação excessiva pode reduzir o consumo, incentivar a informalidade e comprometer a própria arrecadação, a desoneração em larga escala pode representar relevante renúncia de receita. O equilíbrio, portanto, não está em maximizar ou eliminar a cobrança, mas em construir uma política previsível e transparente, capaz de conciliar arrecadação, consumo, capacidade produtiva nacional e competitividade.&nbsp;</p>



<p>A “taxa das blusinhas” é, portanto, apenas o ponto de partida para uma questão maior: até onde o Estado deve intervir para preservar a concorrência sem transformar a proteção do mercado interno em obstáculo ao livre comércio? A resposta não está em uma alíquota isolada, mas no equilíbrio entre abertura comercial, isonomia concorrencial, fiscalização e responsabilidade fiscal.&nbsp;</p>



<p>Mais do que proteger indistintamente o consumidor ou o produtor, a tributação deve proteger o equilíbrio das relações econômicas que sustentam o país. O desafio da MP nº 1.357/2026 é justamente demonstrar que livre comércio e proteção nacional não são conceitos necessariamente incompatíveis, mas exigem uma medida adequada para que a abertura ao mercado internacional beneficie o consumidor sem comprometer a produção, a arrecadação e a estabilidade econômica do país.&nbsp;</p>



<p>Por: Karen Rubim </p>
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		<title>IBS e CBS na base de cálculo do ICMS: nova discussão chega ao Judiciário</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 20:27:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A transição para o novo sistema tributário já começa a trazer discussões relevantes para as empresas. Recentemente, uma decisão da Justiça de São Paulo concedeu liminar para afastar, a partir de 2027, a inclusão do IBS e da CBS na base de cálculo do ICMS de uma empresa varejista. O entendimento considerou, entreoutros aspectos, que [&#8230;]</p>
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<p>A transição para o novo sistema tributário já começa a trazer discussões relevantes para as empresas. Recentemente, uma decisão da Justiça de São Paulo concedeu liminar para afastar, a partir de 2027, a inclusão do IBS e da CBS na base de cálculo do ICMS de uma empresa varejista. O entendimento considerou, entre<br>outros aspectos, que não existe previsão legal expressa autorizando a inclusão desses novos tributos na base dos impostos.</p>



<p>A discussão ganha relevância porque o Fisco paulista já manifestou entendimento favorável à inclusão do IBS e da CBS na base do ICMS em respostas a consultas tributárias. De outro lado, a decisão judicial destacou que, quando o legislador pretendeu determinar a inclusão de um novo tributo na base do ICMS, como ocorreu com o Imposto Seletivo, houve previsão específica nesse sentido. Assim, a ausência de disposição semelhante em relação ao IBS e à CBS pode fundamentar o questionamento judicial da exigência.</p>



<p>Embora a liminar produza efeitos apenas para a empresa que ajuizou a ação e ainda possa ser objeto de recurso, o tema merece atenção das empresas que estarão sujeitas à transição da Reforma Tributária. A definição antecipada da estratégia tributária pode ser importante para avaliar impactos financeiros, adequações de sistemas e formação de preços, além de identificar eventuais medidas judiciais cabíveis para resguardar os direitos do contribuinte.</p>



<p>Por: Vitória Mathias</p>



<p></p>
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		<title>O que a sua empresa precisa saber sobre o TAC Trabalhista: Lições do Caso &#8220;As Patroas&#8221; Viih Tube</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:26:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A TTJUS está focada no dia a dia das empresas, e nosso papel é antecipar problemas para o seu negócio. É por isso que trazemos uma análise crucial: o funcionamento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e as lições do recente caso envolvendo os influenciadores Viih Tube e Eliezer no reality show&#8220;As Patroas&#8221;, que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A TTJUS está focada no dia a dia das empresas, e nosso papel é antecipar problemas para o seu negócio. É por isso que trazemos uma análise crucial: o funcionamento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e as lições do recente caso envolvendo os influenciadores Viih Tube e Eliezer no reality show<br>&#8220;As Patroas&#8221;, que resultou no pagamento de R$ 350 mil por dano moral coletivo após a exposição de 11 empregados domésticos.</p>



<p>Entender o mecanismo de TAC deixou de ser opcional e tornou-se uma necessidade estratégica de governança corporativa e gestão de riscos.</p>



<p><strong>O que é o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC)?</strong></p>



<p>O TAC é um compromisso formal com força de título executivo extrajudicial, firmado entre órgãos como o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a empresa, funcionando como um &#8220;acordo de paz&#8221; para sanar irregularidades sem os prazos de uma ação judicial.</p>



<p><strong>Os 5 pontos de maior impacto e risco no varejo</strong></p>



<p>A abrangência do TAC incide sobre direitos coletivos e difusos. Na rotina das empresas, a fiscalização atua fortemente nas seguintes áreas:</p>



<p><strong>1-</strong> <strong>Exposição e uso de imagem (Anova fronteira de risco):</strong></p>



<p><strong>O Cenário: </strong>Assim como no caso &#8220;As Patroas&#8221;, em que a exposição vexatória dos trabalhadores gerou a intervenção do MPT, no varejo atual o uso de colaboradores em redes sociais (como &#8220;dancinhas&#8221; no TikTok ou Reels) é frequente.</p>



<p><strong>O Risco:</strong> A falta de consentimento livre ou a submissão de funcionários a situações constrangedoras gera passivos trabalhistas graves por ofensa à dignidade do trabalho.</p>



<p><strong>2- Jornada de trabalho:</strong></p>



<p>Controle rigoroso de horas extras, respeito aos intervalos intrajornada (descanso/alimentação) e concessão correta de folgas semanais (especialmente aos domingos e feriados).</p>



<p><strong>3- Saúde e segurança ocupacional:</strong></p>



<p>Exigência de adequação ergonômica nos caixas (check-outs), fornecimento adequado de EPIs em câmaras frias e açougues, e prevenção de acidentes em estoques.</p>



<p><strong>4- Cotas legais:</strong></p>



<p>Cumprimento obrigatório e fiscalizado das cotas de Pessoas com Deficiência (PcD) e de Jovens Aprendizes.</p>



<p><strong>5- Assédio e Clima Organizacional:</strong></p>



<p>Combate e prevenção ao assédio moral, metas abusivas e adoecimento mental decorrentes da pressão operacional.</p>



<p><strong>Riscos, Consequências Financeiras e Prescrição</strong></p>



<p>Assinar um TAC exige cumprimento rigoroso. Conheça as implicações jurídicas envolvidas:</p>



<p><strong>Execução direta sem nova ação: </strong>O descumprimento do acordo permite ao MPT solicitar diretamente à Justiça do Trabalho a penhora de bens, bloqueio de contas e cobrança de multas.</p>



<p><strong>Efeito multiplicador das multas:</strong> No caso &#8220;As Patroas&#8221;, estipulou-se multa de R$ 50 mil por cláusula violada + R$ 5 mil por trabalhador prejudicado. Em redes com centenas de funcionários, esse impacto pode comprometer a saúde financeira da empresa.</p>



<p><strong>Ações individuais em aberto: </strong>O pagamento da indenização coletiva vai para fundos públicos (como o FDD ou FAT). No entanto, o TAC não impede que os funcionários entrem com ações individuais, podendo usar o próprio termo como prova de que a empresa reconheceu a irregularidade.</p>



<p><strong>O TAC continua válido para novos fatos:</strong> A contagem do prazo prescricional de 5 anos não é a partir da assinatura do termo, mas sim a partir da data do efetivo descumprimento ou do término do prazo fixado<br>para o cumprimento de uma obrigação continuada. Se a empresa cometer uma nova violação (mesmo que o TAC tenha sido assinado há mais de 5 anos), inicia-se um novo prazo de 5 anos a contar da data<br>deste novo descumprimento. O Ministério Público poderá executar a multa imediatamente e exigir o cumprimento da obrigação de fazer.</p>



<p>O caso &#8220;As Patroas&#8221; demonstra que a fiscalização está atenta a novas formas de violação da dignidade do trabalhador. Investir em prevenção é incomparavelmente mais barato do que arcar com multas e danos reputacionais.</p>



<p>Nosso escritório está pronto para atuar em três frentes imediatas para a sua empresa:</p>



<p><strong>Auditoria preventiva de processos:</strong> Mapeamento de rotinas operacionais, uso de imagem em redes sociais e controle de jornada.</p>



<p><strong>Compliance e treinamento de lideranças: </strong>Adequação de condutas para evitar assédio moral, metas abusivas e superexposição de equipe.</p>



<p><strong>Gestão e negociação de TACs: </strong>Assessoria jurídica técnica na negociação de cláusulas e prazos realistas perante o MPT, garantindo a sustentabilidade da sua operação.</p>



<p>Não espere uma notificação ou processo para adequar a sua empresa.</p>



<p>Estamos à disposição para uma breve reunião estratégica ou para tirar dúvidas sobre a gestão de riscos trabalhistas no seu negócio.</p>



<p>Vamos conversar sobre a segurança jurídica da sua empresa?</p>



<p>Por: Márcia Gadben </p>
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		<title>Limites da responsabilidade tributária dos sócios por dívidas fiscais da empresa</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 14:13:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A autonomia patrimonial da pessoa jurídica é um dos pilares fundamentais do direito empresarial, garantindo que a empresa atue com independência e que o patrimônio de seus sócios não se confunda, em regra, com o da sociedade. Este princípio, consagrado no artigo 49-A do Código Civil, visa a fomentar o empreendedorismo, permitindo que os riscos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A autonomia patrimonial da pessoa jurídica é um dos pilares fundamentais do direito empresarial, garantindo que a empresa atue com independência e que o patrimônio de seus sócios não se confunda, em regra, com o da sociedade. Este princípio, consagrado no artigo 49-A do Código Civil, visa a fomentar o empreendedorismo, permitindo que os riscos da atividade econômica sejam assumidos pela empresa, sem a exposição imediata do patrimônio pessoal de seus integrantes. Assim, as dívidas tributárias, em tese, devem ser suportadas exclusivamente pela pessoa jurídica.<br></p>



<p>No entanto, essa proteção não é absoluta, a <a href="https://ttco.com.br/ttjus/" data-type="page" data-id="425">legislação tributária</a> brasileira prevê situações excepcionais em que os sócios podem ser chamados a responder pessoalmente por dívidas fiscais da empresa. Compreender esses limites é crucial para a segurança jurídica e a gestão eficiente de qualquer negócio.</p>



<p>Essa responsabilização dos sócios por dívidas fiscais da empresa constitui medida excepcional e não decorre do simples inadimplemento tributário. Nos termos do artigo 135, inciso III, do Código Tributário Nacional (CTN) e do entendimento consolidado pela Súmula 430 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a responsabilidade pessoal do sócio-administrador somente é cabível quando comprovada a prática de atos com excesso de poderes ou infração à lei, ao contrato social ou ao estatuto.&nbsp;</p>



<p>Além dessas hipóteses, existem outras circunstâncias específicas que também podem justificar a responsabilização dos sócios, como a Dissolução Irregular da Empresa, Confusão Patrimonial e Gestão Fraudulenta ou Temerária: Práticas de má gestão que conduzem a empresa à insolvência fiscal, com o intuito de lesar o fisco ou terceiros.</p>



<p>Nesse contexto, a desconsideração da personalidade jurídica é um mecanismo jurídico que permite ao fisco &#8220;ignorar&#8221; temporariamente a separação patrimonial entre a empresa e seus sócios, alcançando o patrimônio pessoal destes para o pagamento de dívidas. Prevista no Código Civil e na Lei de Execuções Fiscais, sua aplicação é excepcional e exige a comprovação de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade (uso da empresa para fins alheios à sua função social) e pela confusão patrimonial, ou a fraude contra credores, sendo atos praticados pelos sócios com o objetivo de frustrar o pagamento de tributos ou outras obrigações.&nbsp;</p>



<p>Nesse cenário, a adoção de medidas preventivas e uma gestão fiscal são essenciais para a proteção patrimonial: As principais estratégias incluem uma Separação Patrimonial Rigorosa; Gestão Fiscal Adequada; Revisão do Contrato Social; Planejamento Tributário e Auditoria e Controle Interno.</p>



<p>Observando essa conjuntura de complexidade crescente das execuções fiscais e dos frequentes pedidos de redirecionamento contra sócios e administradores, é possível afirmar que a análise preventiva da estrutura societária, pautada em uma gestão fiscal diligente, na manutenção da separação patrimonial e em um <a href="https://ttco.com.br/tributtax/" data-type="page" data-id="421">planejamento tributário</a>, é o escudo mais eficaz para preservar a saúde financeira da empresa e a proteção patrimonial dos empresários. Uma assessoria tributária especializada não apenas identifica riscos, mas também desenvolve estratégias personalizadas para mitigar possíveis responsabilizações, garantindo a tranquilidade e a continuidade dos negócios. </p>



<p>Por: Karen Rubim </p>
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		<item>
		<title>Sucessão no Ceará: a empresa que cresce e o risco que ela herda</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:34:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Grande parte das empresas que movimentam a economia cearense é familiar e muitas estão chegando ao momento mais sensível da trajetória do negócio: a sucessão. Durante anos, decisões ficaram concentradas no fundador, processos foram construídos na confiança e patrimônio pessoal e empresarial acabaram se misturando. Esse modelo sustenta o crescimento por um tempo, mas costuma [&#8230;]</p>
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<p>Grande parte das empresas que movimentam a economia cearense é familiar e muitas estão chegando ao momento mais sensível da trajetória do negócio: a sucessão.</p>



<p>Durante anos, decisões ficaram concentradas no fundador, processos foram construídos na confiança e patrimônio pessoal e empresarial acabaram se misturando. Esse modelo sustenta o crescimento por um tempo, mas costuma gerar riscos quando chega a hora da transição.</p>



<p>Sem planejamento, a sucessão pode significar conflitos societários, impactos tributários inesperados, processos de inventário demorados e perda de valor para a empresa.</p>



<p>A holding familiar é uma das estruturas mais conhecidas para enfrentar esse desafio, mas só gera resultado quando é construída com estratégia. Mais do que uma solução societária, ela precisa integrar visão tributária, contábil, jurídica e patrimonial.</p>



<p>Governança não reduz controle. Organiza o controle, protege o patrimônio e cria regras claras para o futuro.</p>



<p>O melhor momento para estruturar uma sucessão é quando a empresa está saudável e o fundador ainda conduz as decisões. Porque preparar a próxima geração é preservar o que levou anos para ser construído.</p>
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		<title>Por que o médio porte do Ceará é o cliente mais mal atendido do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:32:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma faixa de empresas no Ceará que cresce rápido, mas continua pouco atendida pelo mercado: o médio porte. Grandes consultorias priorizam grandes grupos. Estruturas tradicionais seguem entregando um atendimento operacional que já não acompanha a complexidade do negócio. O resultado são empresas crescendo em faturamento, mas tomando decisões com estruturas que ficaram pequenas. Tributário, [&#8230;]</p>
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<p>Existe uma faixa de empresas no Ceará que cresce rápido, mas continua pouco atendida pelo mercado: o médio porte.</p>



<p>Grandes consultorias priorizam grandes grupos. Estruturas tradicionais seguem entregando um atendimento operacional que já não acompanha a complexidade do negócio. O resultado são empresas crescendo em faturamento, mas tomando decisões com estruturas que ficaram pequenas.</p>



<p>Tributário, contábil, jurídico e consultivo passam a atuar de forma isolada e falta uma visão integrada que conecte estratégia, risco e crescimento.</p>



<p>Com a automação tornando o operacional cada vez mais acessível, o diferencial deixou de ser executar processos e passou a ser gerar inteligência para o negócio.</p>



<p>É nesse espaço que o modelo de ecossistema ganha força: integrar especialidades para transformar informação em decisão e criar soluções que conversem entre si.</p>



<p>A TT&amp;Co. chega ao Ceará com atuação nacional e atendimento local para atender empresas que cresceram e agora precisam de parceiros preparados para acompanhar essa nova fase.</p>



<p>Porque, quando a empresa evolui, o modelo de atendimento também precisa evoluir.</p>
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		<title>O passivo que ninguém colocou no balanço</title>
		<link>https://ttco.com.br/conteudo/o-passivo-que-ninguem-colocou-no-balanco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:17:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[passivo trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe um número silencioso dentro da folha de pagamento de muitas empresas cearenses  e ele quase nunca aparece nos relatórios até se transformar em processo. É o passivo trabalhista oculto. Na maioria das vezes, ele não nasce de má gestão. Nasce de decisões tomadas para fazer a operação funcionar, reconhecer equipes ou acompanhar o crescimento [&#8230;]</p>
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<p>Existe um número silencioso dentro da folha de pagamento de muitas empresas cearenses  e ele quase nunca aparece nos relatórios até se transformar em processo. É o passivo trabalhista oculto.</p>



<p>Na maioria das vezes, ele não nasce de má gestão. Nasce de decisões tomadas para fazer a operação funcionar, reconhecer equipes ou acompanhar o crescimento do negócio sem que os processos internos evoluam na mesma velocidade.</p>



<p>Um cenário recorrente que encontramos: a empresa cria um programa de bônus para valorizar o time. O pagamento se repete mês após mês, trimestre após trimestre, sem critérios claros ou documentação adequada. Com o tempo, aquilo que começou como incentivo pode ser interpretado como parte da remuneração, gerando reflexos em FGTS, férias, 13º salário e encargos. Quando isso acontece em escala, o impacto deixa de ser operacional e passa a ser financeiro.</p>



<h1 class="wp-block-heading">O Passivo que precisa ser mostrado</h1>



<p>Para empresas de médio porte e intensivas em mão de obra, esse risco não é teórico. Ele aparece na terceirização sem estrutura contratual adequada, nas comissões pagas fora da política formal, nos controles de jornada frágeis ou em rotinas de RH que nunca foram revisitadas.</p>



<p><strong>O problema é que o risco trabalhista ainda costuma ser tratado de forma reativa.</strong></p>



<p>Muitas empresas só acionam apoio jurídico quando a ação chega. Nesse momento, o investimento já não é em prevenção é em defesa. E quase sempre o custo de corrigir depois supera o custo de organizar antes.</p>



<p>É por isso que acreditamos em uma lógica diferente: auditoria preventiva com visão operacional.</p>



<p>No consultivo estratégico trabalhista (CET), o trabalho começa dentro da operação. Aplicamos o método Gemba&nbsp; estar no local onde o trabalho acontece, porque o risco trabalhista não aparece apenas em documentos. Ele aparece na rotina real: na forma como a jornada é registrada, como os pagamentos são estruturados, como a liderança opera e como os processos acontecem no dia a dia.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://ttjus.com.br/2026/04/02/holding-e-a-reforma-tributaria-um-novo-paradigma-para-o-planejamento-sucessorio-e-patrimonial/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="970" height="250" data-id="9604" src="https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Banner-site-ABRASEL-3.png" alt="https://ttjus.com.br/" class="wp-image-9604" srcset="https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Banner-site-ABRASEL-3.png 970w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Banner-site-ABRASEL-3-720x186.png 720w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Banner-site-ABRASEL-3-768x198.png 768w" sizes="(max-width: 970px) 100vw, 970px" /></a></figure>
</figure>



<p>É nesse encontro entre prática e processo que os passivos costumam aparecer.</p>



<p>O resultado normalmente surpreende. Políticas de premiação precisam ser redesenhadas. Contratos de terceirização exigem ajustes. Rotinas internas revelam exposições que passaram despercebidas por anos.</p>



<p>Corrigir antes da fiscalização ou da reclamatória exige investimento. Mas quase sempre custa menos do que administrar os reflexos depois.</p>



<p><a href="https://ttjus.com.br/2026/04/02/holding-e-a-reforma-tributaria-um-novo-paradigma-para-o-planejamento-sucessorio-e-patrimonial/">A reforma trabalhista</a> ampliou as possibilidades de estruturação das relações de trabalho. Mas flexibilidade sem método cria exposição. Empresas que aproveitam esse cenário com segurança documentam, formalizam e revisaram continuamente.</p>



<p>Por isso, uma pergunta passou a ser estratégica para empresas que cresceram:</p>



<p>Quanto da sua folha já representa risco e ainda não foi identificado?</p>



<p>Na maioria das vezes, o melhor momento para descobrir isso é antes que alguém descubra por você.</p>
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		<title>Por que o médio porte do Ceará é o cliente mais mal atendido do país</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:43:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma faixa de empresas no Ceará que cresce rápido, mas continua pouco atendida pelo mercado: o médio porte. Grandes consultorias priorizam grandes grupos. Estruturas tradicionais seguem entregando um atendimento operacional que já não acompanha a complexidade do negócio. O resultado são empresas crescendo em faturamento, mas tomando decisões com estruturas que ficaram pequenas. Tributário, [&#8230;]</p>
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<p>Existe uma faixa de empresas no Ceará que cresce rápido, mas continua pouco atendida pelo mercado: o médio porte.</p>



<p>Grandes consultorias priorizam grandes grupos. Estruturas tradicionais seguem entregando um atendimento operacional que já não acompanha a complexidade do negócio. O resultado são empresas crescendo em faturamento, mas tomando decisões com estruturas que ficaram pequenas.</p>



<p>Tributário, contábil, jurídico e consultivo passam a atuar de forma isolada — e falta uma visão integrada que conecte estratégia, risco e crescimento.</p>



<p>Com a automação tornando o operacional cada vez mais acessível, o diferencial deixou de ser executar processos e passou a ser gerar inteligência para o negócio.</p>



<p>É nesse espaço que o modelo de ecossistema ganha força: integrar especialidades para transformar informação em decisão e criar soluções que conversem entre si.</p>



<p>A TT&amp;Co. chega ao Ceará com atuação nacional e atendimento local para atender empresas que cresceram e agora precisam de parceiros preparados para acompanhar essa nova fase.</p>



<p>Porque, quando a empresa evolui, o modelo de atendimento também precisa evoluir.</p>
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		<title>A reforma tributária não vai esperar o médio porte cearense se organizar</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 19:23:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Toda semana, nossa equipe conversa com empresas no Ceará que cresceram rápido e hoje enfrentam um cenário que se repete: o faturamento evoluiu, a operação expandiu, mas a estrutura tributária ficou parada no tempo. Muitas vezes, o modelo fiscal continua sendo o mesmo de quando a empresa faturava um terço do que fatura hoje. Até [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://ttco.com.br/conteudo/a-reforma-tributaria-nao-vai-esperar-o-medio-porte-cearense-se-organizar/">A reforma tributária não vai esperar o médio porte cearense se organizar</a> apareceu primeiro em <a href="https://ttco.com.br">TT&amp;co.</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Toda semana, nossa equipe conversa com empresas no Ceará que cresceram rápido e hoje enfrentam um cenário que se repete: o faturamento evoluiu, a operação expandiu, mas a estrutura tributária ficou parada no tempo.<br></p>



<p>Muitas vezes, o modelo fiscal continua sendo o mesmo de quando a empresa faturava um terço do que fatura hoje. Até aqui, a complexidade do sistema acabou mascarando ineficiências, decisões antigas e oportunidades não exploradas.<br></p>



<p>Mas 2026 marca uma virada.</p>



<p>Com a transição prevista pela Lei Complementar 214/2025 para o IBS e a CBS, este ano já funciona como período de preparação. As empresas que usam esse momento para entender impactos e reorganizar processos ganham tempo, previsibilidade e margem. Quem deixar para agir apenas quando as mudanças estiverem consolidadas pode descobrir custos que já não serão tão simples de corrigir.<br></p>



<p>No Ceará, temos acompanhado esse cenário em diferentes setores: indústria de alimentos, calçadista em Sobral, distribuição na região metropolitana, agro no Cariri. Empresas entre dez, trinta e cinquenta milhões de faturamento que compartilham desafios semelhantes: cadastro de mercadorias desatualizado, créditos não aproveitados, enquadramentos nunca revisitados e estruturas que deixaram de acompanhar o crescimento do negócio.<br></p>



<p>E o ponto mais importante é que o principal erro raramente é técnico. É estratégico.<br></p>



<p>Ainda existe a percepção de que tributo é um custo fixo, sem espaço para revisão. Na prática, grande parte dessa conta é dinâmica e pode ser otimizada quando existe leitura integrada da operação. A reforma reforça isso porque altera a lógica de creditamento e exige entendimento profundo do fluxo empresarial.</p>



<p>Por isso, as ações que geram impacto agora são objetivas:<br>• Revisar o cadastro de mercadorias<br>• Simular os efeitos da reforma no setor da empresa<br>• Identificar créditos acumulados não aproveitados<br>• Revisar se o regime tributário continua adequado</p>



<p>São movimentos que podem ser executados em poucas semanas e que influenciam diretamente o resultado do ano.</p>



<p>Foi para responder a esse cenário que estruturamos nossa atuação no Ceará com visão integrada entre tributário, contábil e jurídico. Recuperar crédito sem olhar exposição trabalhista não resolve. Organizar contabilidade sem considerar os impactos da reforma também não.</p>



<p>Empresas de médio porte não precisam de mais um fornecedor isolado. Precisam de parceiros que enxerguem o negócio como um todo, identifiquem perdas silenciosas e construam proteção para o próximo ciclo de crescimento.</p>



<p>Se a sua empresa fatura acima de três milhões por ano e ainda não avaliou o impacto da reforma tributária sobre o seu setor, este talvez seja um dos movimentos com maior potencial de retorno em 2026.</p>



<p>A contagem já começou. A diferença estará em quem se antecipa.</p>



<p></p>
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