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	<title>Ecossistema tributário, societário e contábil | TT&amp;co.</title>
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	<description>Um ecossistema completo para impulsionar o seu negócio</description>
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	<title>Ecossistema tributário, societário e contábil | TT&amp;co.</title>
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		<title>LGPD e Inteligência Artificial: riscos e oportunidades para empresas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 19:28:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A inteligência artificial já está integrada ao dia a dia das empresas, trazendo ganhos relevantes de produtividade, automação e eficiência operacional. No entanto, junto com esses benefícios, surge uma questão estratégica: o uso de dados pessoais dentro dessas ferramentas precisa estar em conformidade com a LGPD. O funcionamento da IA depende diretamente de dados. Quanto [&#8230;]</p>
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<p>A inteligência artificial já está integrada ao dia a dia das empresas, trazendo ganhos relevantes de produtividade, automação e eficiência operacional. No entanto, junto com esses benefícios, surge uma questão estratégica: o uso de dados pessoais dentro dessas ferramentas precisa estar em conformidade com a LGPD.</p>



<p>O funcionamento da IA depende diretamente de dados. Quanto maior o volume de informações processadas, melhores tendem a ser os resultados. Esse cenário, porém, entra em tensão com os princípios da LGPD, que exigem finalidade específica, necessidade e base legal para qualquer tratamento de dados.</p>



<p>Muitas empresas utilizam ferramentas de IA sem ter clareza sobre quais dados estão sendo processados, onde estão armazenados ou com quem são compartilhados. Essa falta de visibilidade é um dos principais pontos de risco.</p>



<p>Nesse contexto, surgem os chamados passivos ocultos — riscos jurídicos que não estão mapeados, não aparecem em relatórios internos e só se tornam visíveis em momentos críticos, como fiscalizações, incidentes de segurança ou operações societárias.</p>



<p>A falsa sensação de conformidade é comum. Ter política de privacidade, cláusulas contratuais ou um encarregado nomeado não garante governança efetiva. A LGPD exige capacidade de demonstrar controle contínuo sobre o tratamento de dados.</p>



<p>O uso da inteligência artificial amplia significativamente os riscos, especialmente quando envolve dados sensíveis, transferências internacionais, ausência de transparência nos processos automatizados e retenção indevida de informações.</p>



<p>Áreas como marketing, recursos humanos, atendimento ao cliente e jurídico são particularmente expostas, pois lidam diretamente com dados pessoais e, muitas vezes, utilizam ferramentas tecnológicas sem avaliação prévia de risco.</p>



<p>É importante destacar que a LGPD não proíbe o uso de inteligência artificial. O que a legislação exige é responsabilidade, estrutura e governança. O problema não está na tecnologia, mas na forma desorganizada como ela é utilizada.</p>



<p>Quando não tratados, esses riscos deixam de ser invisíveis e passam a impactar diretamente o negócio, podendo gerar sanções, perda de valor em negociações, exigências contratuais mais rígidas e danos reputacionais.</p>



<p>Por outro lado, empresas que estruturam sua governança de dados conseguem transformar a LGPD em vantagem competitiva, aumentando a confiança do mercado, de clientes e de investidores.</p>



<p>A adoção de práticas como mapeamento de dados, auditoria de processos, controle de acessos e implementação de privacy by design permite reduzir riscos e trazer maior previsibilidade às operações.</p>



<p>A inteligência artificial continuará evoluindo e ampliando seu espaço nas empresas. Nesse cenário, a conformidade com a LGPD deixa de ser apenas uma obrigação legal e passa a ser um elemento estratégico para crescimento sustentável.</p>



<p>No final, a reflexão central não está em utilizar ou não inteligência artificial, mas em compreender, com precisão, quais dados estão sendo utilizados, como são tratados e quais riscos estão envolvidos nessa operação.</p>



<p>Por: Juliana Marques</p>



<p></p>
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		<title>Simples Nacional: reenquadramento, exclusão e efeitos jurídicos da regularização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 20:37:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O regime tributário do Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, representa um tratamento diferenciado e simplificado para microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). Contudo, a manutenção neste regime exige a observância rigorosa de prazos e o cumprimento de obrigações fiscais. Anualmente, o mês de janeiro se configura como um período de [&#8230;]</p>
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<p>O regime tributário do Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, representa um tratamento diferenciado e simplificado para microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). Contudo, a manutenção neste regime exige a observância rigorosa de prazos e o cumprimento de obrigações fiscais. Anualmente, o mês de janeiro se configura como um período de extrema relevância estratégica para os contribuintes, estabelecendo a janela decisiva para a adesão, regularização e, notadamente, o enquadramento no sistema.</p>



<p><strong>Prazos de adesão e exclusão do Simples Nacional</strong><br><br>A legislação tributária estabelece um período singular para a formalização da opção pelo Simples Nacional. Para empresas já em atividade, o prazo de adesão ocorre anualmente, de 1º a 31 de janeiro. A opção, uma vez deferida, produz efeitos retroativos ao primeiro dia do ano-calendário.</p>



<p>A exclusão do regime, por sua vez, exige atenção redobrada. No caso de exclusão por débitos, a Receita Federal do Brasil (RFB) notifica a empresa, concedendo um prazo de 90 (noventa) dias, contados da ciência do Termo de Exclusão, para a regularização. A inércia do contribuinte em sanar as pendências dentro deste prazo resulta na exclusão automática do Simples Nacional a partir de 1º de janeiro do ano subsequente.</p>



<p><strong>O Reenquadramento Estratégico: a oportunidade de Janeiro</strong><br><br>Para as empresas que foram excluídas do Simples Nacional por pendências fiscais, o mês<br>de janeiro oferece uma oportunidade singular de reversão, permitindo o chamado<br>reenquadramento. Mesmo após a exclusão formal em 1º de janeiro, o contribuinte pode<br>solicitar o retorno ao Simples Nacional, desde que cumpra duas condições cumulativas e<br>essenciais dentro deste prazo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regularização Integral dos Débitos: Quitação ou parcelamento de todas as pendências que motivaram a exclusão.<br></li>



<li>Formalização do Pedido de Reenquadramento: Solicitação realizada no portal do Simples Nacional ou via Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). O sucesso na regularização e no pedido de reenquadramento dentro deste prazo assegura que a empresa retorne ao Simples Nacional com efeitos retroativos a 1º de Janeiro do mesmo ano.</li>
</ul>



<p></p>



<p><strong>Consequências da inobservância do prazo</strong></p>



<p>A perda do prazo final de 31 de janeiro para a regularização e o pedido de reenquadramento implica a exclusão definitiva da empresa do Simples Nacional para o ano calendário.</p>



<p>Neste cenário, a empresa será compulsoriamente enquadrada nos regimes de Lucro Presumido ou Lucro Real, o que invariavelmente acarreta maior complexidade operacional e, na maioria dos casos, um aumento significativo da carga tributária.</p>



<p><strong>A importância da orientação profissional</strong></p>



<p><br>A gestão dos prazos e a estratégia de reenquadramento no Simples Nacional são temas de alta complexidade e consequências financeiras significativas. O período de janeiro concentra decisões que podem determinar a saúde fiscal e a competitividade de uma Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte por todo o ano.</p>



<p>Neste cenário de alta complexidade e consequências financeiras significativas, a orientação profissional especializada torna-se não apenas um diferencial, mas uma necessidade estratégica. Um planejamento tributário adequado, conduzido por profissionais com profundo conhecimento da legislação do Simples Nacional, garante que todos os prazos sejam cumpridos, as pendências sejam corretamente identificadas e regularizadas, e o<br>processo de reenquadramento seja conduzido com a máxima segurança jurídica.<br><br>Evite riscos desnecessários e assegure a melhor saúde fiscal para o seu negócio. Consulte um especialista em direito tributário para garantir que sua empresa aproveite ao máximo os benefícios do Simples Nacional e mantenha-se em plena conformidade com a Receita Federal.</p>



<p>Por: Karen Rubim</p>



<p></p>
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		<title>Receita Federal e CGIBS estabelecem período de transição e suspendempenalidades pela ausência de CBS/IBS nas notas fiscais</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 20:14:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) estabeleceram um período de adaptação para empresas e microempreendedores que emitem documentos fiscais eletrônicos diante da implementação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tributos criados pela reforma tributária sobre o consumo. Por [&#8230;]</p>
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<p>A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) estabeleceram um período de adaptação para empresas e microempreendedores que emitem documentos fiscais eletrônicos diante da implementação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tributos criados pela reforma tributária sobre o consumo.</p>



<p>Por meio do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 publicado no final de dezembro, os órgãos definiram que não haverá aplicação de multas ou penalidades pela ausência de preenchimento dos campos relativos à CBS e ao IBS nas notas fiscais eletrônicas nos três primeiros meses contados da publicação dos regulamentos dos novos tributos, sendo a obrigatoriedade exigida apenas a partir do primeiro dia do quarto mês subsequente, o que pode representar, na prática, até quatro meses de tolerância para adaptação dos contribuintes.</p>



<p>Durante esse período, a ausência das informações da CBS e do IBS não acarretará a rejeição automática dos documentos fiscais eletrônicos, tampouco impedirá o cumprimento das obrigações acessórias relacionadas à dispensa de recolhimento dos novos tributos. A medida foi adotada em razão da ausência, até o momento, dos regulamentos que irão disciplinar de forma definitiva a operacionalização da CBS e do IBS, cuja publicação é esperada para o início de 2026, após a sanção do Projeto de Lei Complementar nº 108/2024, que integra a segunda etapa de regulamentação da reforma tributária.</p>



<p>O ano de 2026 será marcado por uma fase de transição com caráter educativo e orientativo, sem recolhimento efetivo da CBS e do IBS. Nesse período, a apuração dos novos tributos terá finalidade exclusivamente informativa, permitindo que empresas, contadores e administrações públicas realizem testes, ajustes de sistemas e validação das informações exigidas pelo novo modelo tributário. A Receita Federal esclareceu que o início da obrigatoriedade de preenchimento dos campos dependerá da data de publicação dos regulamentos, de modo que, se divulgados em janeiro de 2026, a exigência passará a valer em maio do mesmo ano, e, se publicados em fevereiro, em junho de 2026.</p>



<p>Nesse contexto, a concessão do prazo de adaptação reforça a lógica de transição gradual adotada pela reforma tributária, permitindo que os contribuintes se adequem às novas exigências sem a imposição imediata de sanções. A orientação dos órgãos fazendários é no sentido de privilegiar, ao menos em 2026, a aprendizagem, a correção de falhas operacionais e a estabilização dos sistemas, assegurando maior previsibilidade e segurança jurídica na implementação da CBS e do IBS.</p>



<p>Segundo os órgãos responsáveis, a diretriz consolida o caráter gradual da transição e busca assegurar segurança jurídica aos contribuintes, evitando impactos abruptos no cumprimento das obrigações fiscais. A implementação dos novos tributos será acompanhada pela utilização dos documentos fiscais eletrônicos já existentes, bem como por uma nova plataforma tecnológica nacional, atualmente em fase de testes, que permitirá a operacionalização da CBS e do IBS de forma progressiva, cooperativa e tecnicamente assistida.</p>



<p>Por: Vitória Mathias</p>



<p></p>
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		<title>Impactos do adicional no Lucro Presumido para empresas no Brasil</title>
		<link>https://ttco.com.br/conteudo/impactos-do-adicional-no-lucro-presumido-para-empresas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 18:13:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A possível instituição de um adicional na tributação do Lucro Presumido tende a impactar diretamente a base de cálculo do IRPJ e da CSLL, com efeitos mais significativos para as empresas prestadoras de serviços, que já operam sob percentuais elevados de presunção no sistema tributário brasileiro. Atualmente, no regime do Lucro Presumido, a apuração do [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="2560" height="1435" src="https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-9463" srcset="https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-scaled.jpg 2560w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-720x404.jpg 720w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-1600x897.jpg 1600w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-768x430.jpg 768w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-1536x861.jpg 1536w, https://ttco.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Person-Using-a-Financial-Calculator-Planning-Their-Savings-and-Investments-2048x1148.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption class="wp-element-caption">Person using a financial calculator, planning their savings and investments</figcaption></figure>



<p>A possível <strong>instituição de um adicional na tributação do Lucro Presumido</strong> tende a impactar diretamente a <strong>base de cálculo do IRPJ e da CSLL</strong>, com efeitos mais significativos para as <strong>empresas prestadoras de serviços</strong>, que já operam sob <strong>percentuais elevados de presunção</strong> no sistema tributário brasileiro.</p>



<p>Atualmente, no <strong>regime do Lucro Presumido</strong>, a apuração do <strong>Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)</strong> e da <strong>Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)</strong> é realizada com base em <strong>percentuais fixos aplicados sobre a receita bruta</strong>, e não sobre o lucro efetivo da empresa. Para atividades de prestação de serviços, o percentual de presunção é, como regra geral, de <strong>32%</strong>, tanto para o IRPJ quanto, em determinadas hipóteses, para a CSLL.</p>



<p>A criação de um <strong>novo adicional tributário no Lucro Presumido</strong> pode elevar a carga fiscal de diferentes maneiras, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aumento dos percentuais de presunção;<br></li>



<li>majoração das alíquotas aplicáveis;<br></li>



<li>ampliação das receitas incluídas na base de cálculo dos tributos federais.<br></li>
</ul>



<p>Mesmo sem a definição completa da forma de incidência desse adicional, qualquer acréscimo sobre a <strong>receita presumida</strong> produz efeitos imediatos na <strong>apuração trimestral dos tributos</strong>, impactando diretamente o fluxo de caixa das empresas. Para o setor de serviços, esse impacto tende a ser ainda mais sensível, já que <strong>pequenas variações na carga tributária podem gerar aumentos relevantes no custo fiscal total</strong>, afetando a rentabilidade do negócio.</p>



<p>Esse cenário se agrava quando analisado em conjunto com o <strong>Projeto de Lei Complementar nº 128/2025</strong>, que prevê a <strong>redução mínima de 10% dos benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia</strong>. Embora o projeto não trate de forma expressa do regime do Lucro Presumido, ele abre espaço para a <strong>revisão ou supressão de mecanismos que reduzem a carga tributária efetiva</strong>, como percentuais de presunção diferenciados, tratamentos específicos de receitas e regimes favorecidos atualmente vigentes no Brasil.</p>



<p>A combinação entre o <strong>adicional no Lucro Presumido</strong> e a política de <strong>redução de benefícios fiscais federais</strong> prevista no PLP nº 128/2025 tende a produzir um <strong>efeito cumulativo de aumento da carga tributária</strong>, especialmente para empresas prestadoras de serviços, que já enfrentam um modelo de tributação mais oneroso quando comparado a outros setores da economia.</p>



<p>Além disso, a utilização de uma definição ampla para o conceito de <strong>“benefícios federais”</strong> pode gerar <strong>insegurança jurídica</strong>, ampliando a margem de interpretação da Administração Tributária e aumentando o risco de <strong>autuações fiscais</strong>, bem como de <strong>litígios administrativos e judiciais</strong> envolvendo IRPJ e CSLL.</p>



<p>Diante desse contexto, a eventual aprovação do adicional no regime do Lucro Presumido, aliada às diretrizes do <strong>PLP nº 128/2025</strong>, exige das empresas optantes por esse regime, especialmente as prestadoras de serviços um <strong>acompanhamento legislativo constante</strong>, a <strong>avaliação prévia dos impactos financeiros</strong> e a <strong>revisão do planejamento tributário</strong>, como medidas essenciais para <strong>mitigar riscos fiscais</strong>, preservar a <strong>segurança jurídica</strong> e manter o <strong>equilíbrio econômico-financeiro das atividades empresariais</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Palavras-chave estratégicas usadas (SEO/GEO)</strong></h3>



<p>Lucro Presumido • adicional tributário • IRPJ • CSLL • empresas prestadoras de serviços • carga tributária • planejamento tributário • PLP 128/2025 • benefícios fiscais federais • tributação no Brasil • risco fiscal • segurança jurídica</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>A visão estratégica por trás do registro e proteção de marca no mundo corporativo</title>
		<link>https://ttco.com.br/conteudo/a-visao-estrategica-por-tras-do-registro-e-protecao-de-marca-no-mundo-corporativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 18:50:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No cenário empresarial, para muito além do produto ofertado ou do serviço prestado, a marca da empresa funciona como um patrimônio imaterial que traduz a essência, credibilidade e reputação do negócio perante o mercado consumidor e investidor. Por tal razão, a visão sobre a importância de registrar e proteger a marca vem crescendo cada dia [&#8230;]</p>
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<p>No cenário empresarial, para muito além do produto ofertado ou do serviço prestado, a marca da empresa funciona como um patrimônio imaterial que traduz a essência, credibilidade e reputação do negócio perante o mercado consumidor e investidor.<br><br>Por tal razão, a visão sobre a importância de registrar e proteger a marca vem crescendo cada dia mais dentro do mundo corporativo, passando a ser compreendido por muitos empresários como algo indispensável para consolidar a posição da empresa no mercado e assegurar que todo o valor construído ao longo dos anos esteja juridicamente protegido.<br><br>Tal visão estratégica e protetiva, no entanto, não é novidade! Uma marca, uma vez registrada perante o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual – INPI se transforma em um ativo estratégico capaz de impulsionar o crescimento do negócio, permitir expansão territorial, atrair investidores e dar segurança em marketing e inovação para a empresa titular de seu domínio, se tornando assim um patrimônio intangível — muitas vezes mais valioso que a atividade principal desenvolvida pela empresa, suas instalações físicas, máquinas ou estoques.<br><br>A exemplo disto, podemos citar diversas empresas brasileiras que começaram como negócios pequenos ou regionais e, ao investir na proteção de suas marcas, transformaram- se em potências reconhecidas dentro e fora do país, não só por seus produtos/serviços, mas também por sua identidade nominativa e visual exclusiva, como exemplo temos a NATURA, HAVAIANAS, CACAU-SHOW e NUBANK!<br><br>Tais empresas, por exemplo, evidenciam que em razão do registro e proteção de suas marcas, possibilitaram ao público consumidor que a simples menção ou contato com seus produtos e serviços se tornassem suficientes para que seu negócio fosse identificado. Afinal, ao nos depararmos com propagandas da NUBANK (com sua cor roxa e seu logo abreviado pela palavra “NU”), com as embalagens de produtos da Cacau-Show (identificados com as letras “CS” e suas 7 estrelas), com produtos de beleza da Natura (com seu característico logo em formato de flor) ou ao colocarmos uma Havaianas (com o nome escrito nas tiras diagonais dos chinelos, acompanhado pela bandeira do Brasil), não temos dúvidas sobre quais empresas estamos diantes, não é mesmo?<br><br>Além disso, para muito além dos benefícios acima citados, o registro da marca evita a concorrência desleal e cópias que possam confundir o consumidor, agregando valor financeiro ao negócio, tornando a marca negociável, licenciável e atrativa a investidores, facilitando expansão nacional e internacional, franqueamento e parcerias, fortalecendo a reputação, gerando confiança e reconhecimento.<br><br>O registro de marca é o que transforma um nome em um patrimônio valioso, capaz de gerar riqueza, diferenciação e longevidade. Portanto, no cenário corporativo atual, proteger a marca é proteger o próprio futuro da empresa.</p>



<p>Por: Luísa Marinho</p>



<p></p>
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		<title>A tributação dos dividendos e o IRPFM: Reconfiguração do cenário fiscal brasileiro e seus reflexos no mercado de capitais</title>
		<link>https://ttco.com.br/conteudo/a-tributacao-dos-dividendos-e-o-irpfm-reconfiguracao-do-cenario-fiscal-brasileiro-e-seus-reflexos-no-mercado-de-capitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aprovação do PL nº 1.087/2025 pela Câmara dos Deputados inaugura um novo momento na política fiscal brasileira. A proposta reposiciona o Imposto de Renda como instrumento de redistribuição ao ampliar a faixa de isenção para trabalhadores de baixa e média renda, ao mesmo tempo em que impõe maior rigor tributário sobre contribuintes de alta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A aprovação do PL nº 1.087/2025 pela Câmara dos Deputados inaugura um novo momento na política fiscal brasileira. A proposta reposiciona o Imposto de Renda como instrumento de redistribuição ao ampliar a faixa de isenção para trabalhadores de baixa e média renda, ao mesmo tempo em que impõe maior rigor tributário sobre contribuintes de alta renda, investidores e o mercado de capitais.</p>



<p>A partir do ano-calendário de 2026, inicia-se a tributação de lucros e dividendos, bem como é estabelecido o Imposto de Renda Mínimo da Pessoa Física (IRPFM).<br>Esse imposto incidirá sobre pessoas físicas que recebam acima de R$600 mil por ano, podendo atingir alíquota máxima de 10% quando a receita anual ultrapassar R$1,2 milhão.</p>



<p>As empresas também precisarão se adaptar rapidamente. Somente os lucros apurados até 2025 poderão ser distribuídos com isenção, desde que a deliberação ocorra até 31 de dezembro daquele ano. Depois disso, o novo sistema passa a valer plenamente, com maior fiscalização e cruzamento automático de dados entre<br>pessoas jurídicas e físicas, reduzindo margens para planejamentos tradicionais. Para MEIs e pequenos empreendedores, o impacto é mínimo, já que seus limites de faturamento não alcançam o patamar que desencadeia o IRPFM. Já para contribuintes de maior renda, a antiga vantagem de receber valores pela distribuição de lucros, antes isenta, diminui sensivelmente, tornando a escolha entre pró-labore e lucros mais complexa.</p>



<p>Em contrapartida, a reforma promove um alívio expressivo para a renda média e baixa. Com a isenção para rendimentos mensais de até R$5.000,00, trabalhadores assalariados sentirão aumento real da renda disponível, com potencial de estimular o consumo e o crescimento econômico. Assim, a reforma tenta equilibrar justiça<br>fiscal com estímulo social.<br>No geral, o PL nº 1.087/2025 representa uma reconfiguração profunda do sistema<br>de tributação de rendas: amplia a proteção da renda mais baixa, eleva a tributação da alta renda e introduz novas obrigações, exigindo maior planejamento e atenção para quem atua no topo da estrutura econômica. O cenário que se desenha é um verdadeiro tabuleiro estratégico, no qual compreender as novas regras será<br>fundamental para evitar impactos inesperados e navegar com segurança no novo modelo fiscal.</p>



<p>Por: Vitória Mathias</p>
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		<title>A importância do planejamento sucessório e estratégia de governança para o sucesso de sua empresa</title>
		<link>https://ttco.com.br/conteudo/a-importancia-do-planejamento-sucessorio-e-estrategia-de-governanca-para-osucesso-de-sua-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, para muito além das ideias e do trabalho desenvolvido por seus fundadores, o sucesso de uma empresa depende da capacidade de garantir continuidade, estabilidade e governança ao longo do tempo inclusive após a saída dos líderes originais. O planejamento sucessório — por meio de regras estabelecidas em contrato ou estatuto social — e regras [&#8230;]</p>
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<p>Atualmente, para muito além das ideias e do trabalho desenvolvido por seus fundadores, o sucesso de uma empresa depende da capacidade de garantir continuidade, estabilidade e governança ao longo do tempo inclusive após a saída dos líderes originais.<br><br>O planejamento sucessório — por meio de regras estabelecidas em contrato ou estatuto social — e regras de governança, asseguram que a empresa sobreviva a mudanças geracionais e preserve sua cultura, valores e gestão profissional.<br><br>Sem esse cuidado, a transição de comando pode gerar conflitos, perda de identidade corporativa, decisões descoordenadas, impacto negativo no desempenho e reputação da empresa e até mesmo em sua falência.<br><br>Para evitar a perda de um legado, o desenvolvimento de um plano de ação fundamentado em governança corporativa e planejamento sucessório empresarial é essencial!<br><br>Como exemplo de importância e sucesso quando se trata de governança, planejamento sucessório empresarial e profissionalização da administração, podemos citar a multinacional brasileira WEG, que iniciou suas atividades como um pequeno negócio de fabricação e venda de baterias no interior de Santa Catarina em 1961.<br><br>No caso da empresa, como forma de garantir a continuidade do crescimento e sucesso da companhia, foi adotado há décadas um conjunto de diretrizes de governança e sucessão para separar propriedade (participações societárias) de gestão executiva determinando, dentre as diversas regras estabelecidas, que embora os herdeiros das famílias fundadoras sejam acionistas: i) caso tivessem interesse em trabalhar na empresa, os herdeiros deveriam começar por cargos de base e nunca ter garantia de acesso direto à diretoria ou cargos de topo; ii) a sucessão executiva é conduzida por meio de avaliação de meritocracia, histórico de carreira e preparo — não automaticamente pelo vínculo familiar.<br><br>Seguindo tais diretrizes, ainda em 2023 a WEG aprovou um novo plano de sucessão: o então Diretor-Presidente Executivo, com mais de quatro décadas de trajetória na empresa, deixou o cargo, e foi substituído por um profissional de carreira, com mais duas décadas de dedicação interna à companhia.<br><br>Com esse modelo de atuação e com as regras claras que estabeleceu para funcionamento da companhia, a WEG conseguiu:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Crescer de forma sustentável ao longo de décadas, mantendo consistência — mesmo com expansão para dezenas de países, diversificação de produtos e grandes desafios.</li>



<li>Garantir que decisões estratégicas e operacionais fiquem nas mãos de profissionais capacitados e preparados, assegurando competência administrativa.</li>



<li>Assegurar que os herdeiros mantenham participação societária e patrimônio, sem comprometer o desempenho ou a governança da empresa.</li>
</ul>



<p>Assim, a WEG exemplifica como o planejamento sucessório, formalizado e bem conduzido, transforma uma empresa em uma corporação duradoura — com gestão profissional e legado preservado.</p>



<p>Por: Luísa Marinho</p>
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		<title>A verdadeira causa da crise do Nubank? A ausência de blindagem trabalhista.</title>
		<link>https://ttco.com.br/conteudo/a-verdadeira-causa-da-crise-do-nubank-a-ausencia-de-blindagem-trabalhista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 14:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A recente situação envolvendo uma videochamada do Nubank, com 7 mil pessoas, é um estudo de caso clássico sobre o valor inestimável da Assessoria Jurídica Consultiva Trabalhista especializada em Direito Coletivo. O caso Nubank não se tratou apenas de uma decisão de gestão; foi uma mina terrestre jurídica e reputacional. O rompimento do diálogo gerou [&#8230;]</p>
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<p>A recente situação envolvendo uma videochamada do Nubank, com 7 mil pessoas, é um estudo de caso clássico sobre o valor inestimável da Assessoria Jurídica Consultiva Trabalhista especializada em Direito Coletivo.<br><br>O caso Nubank não se tratou apenas de uma decisão de gestão; foi uma mina terrestre jurídica e reputacional. O rompimento do diálogo gerou uma crise de imagem que poderia — e deveria — ter sido antecipada.</p>



<p>Antes do &#8220;comunicado&#8221;, a Assessoria Jurídica Consultiva Trabalhista atuaria como o radar de uma aeronave.<br><br>Os advogados trabalhistas teriam alertado que uma imposição unilateral seria vista como uma modificação lesiva, abrindo caminho para questionamentos judiciais individuais e, pior, para a mobilização posterior dos sindicatos (Bancários/Sindpd), já em posição de crise.<br><br>A chave para transformar o que foi uma crise em uma transição segura seria permitir que os advogados consultassem os sindicatos previamente. Essa conduta demonstraria respeito e valorização ao reconhecer que a vida de seus talentos mudou, e que essa alteração não é uma ordem, mas um acordo a ser<br>construído com o objetivo de preservar os empregos. <br><br>Os advogados teriam negociado previamente itens vitais:<br>&#8211; Prazos de transição: cronograma negociado, não imposto.<br>&#8211; Ajuda de custo: negociação de auxílio para transporte e alimentação nos<br>dias presenciais.<br>&#8211; Exceções: formalização das regras para colaboradores que residem a<br>longa distância.<br><br>Ao negociar com o sindicato — e não com 7 mil trabalhadores em uma videochamada — a empresa não teria se exposto e teria enviado uma mensagem poderosa: &#8220;Eu te ouço por meio dos seus representantes formais.<br>Eu respeito a sua voz.&#8221;</p>



<p>O sindicato teria absorvido a raiva individual e a transformado em uma negociação estruturada. A grande reunião não seria para comunicar a decisão, mas para apresentar o acordo construído e assinado.</p>



<p>A ausência de uma Assessoria Jurídica Consultiva Trabalhista proativa e especializada em Direito Coletivo transformou um desafio operacional (a logística do modelo híbrido) em uma crise de capital humano.<br><br>O resultado? Demissões questionáveis, forte desvalorização do employer branding e um custo reputacional infinitamente maior do que o custo de um processo de negociação estruturado.<br><br>A lição é clara: no jogo complexo das relações de trabalho, o custo de não ser bem assessorado será sempre maior. A Assessoria Jurídica Consultiva é o seu melhor investimento em previsibilidade e paz social.<br><br>Por: Márcia Gadben</p>
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		<title>A Falência da Oi e o alerta vital: Por que a performance tributária e o compliance blindam seu negócio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 19:25:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A recente decisão da Justiça do Rio de Janeiro de decretar a falência do Grupo Oi, após um período extenso em recuperação judicial, não é apenas uma notícia econômica; é um sinal de alerta estridente para todo o ecossistema empresarial brasileiro. A história da Oi demonstra que tamanho não é sinônimo de invulnerabilidade e reforça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="9288" class="elementor elementor-9288" data-elementor-post-type="post">
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<p id="block-bd3b1776-dc84-470b-a92f-7fc1a63b99cd">A recente decisão da Justiça do Rio de Janeiro de decretar a falência do Grupo Oi, após um período extenso em recuperação judicial, não é apenas uma notícia econômica; é um sinal de alerta estridente para todo o ecossistema empresarial brasileiro. A história da Oi demonstra que tamanho não é sinônimo de invulnerabilidade e reforça a importância de uma gestão estratégica, sólida e, acima de tudo, em <em>compliance</em> com a lei.</p>

<h3 id="block-ba59dd06-ce59-4ac9-a498-426cce443325" class="wp-block-heading"><strong>O que a falência da Oi revela?</strong></h3>

<p id="block-fb1393d1-a168-4c4a-ab6c-8b6896022238">O veredito judicial apontou para a inviabilidade financeira e o esvaziamento patrimonial como fatores cruciais para o encerramento da recuperação. Na essência, isso significa que as estratégias adotadas não foram suficientes para reverter o quadro de endividamento e que o patrimônio disponível não mais sustentava a operação.</p>

<p id="block-04210227-73fe-43ef-816c-73dd9cabe805">Para empresas de pequeno e médio porte, o foco da visão da TT &amp; CO., a lição é clara: problemas de caixa e passivos não mapeados podem ser fatais, independentemente do tempo de mercado.</p>

<h3 id="block-cef3d7d0-350c-4071-92fa-051a4bab73a1" class="wp-block-heading"><strong>A missão da TT &amp; CO. contra a inviabilidade financeira</strong></h3>

<p id="block-2ecddaa6-4e6c-4db7-957e-188c3f82f06f">Nossa missão na TT &amp; CO. é categórica: Otimizar a estrutura tributária de nossos clientes, impulsionando a eficiência de seus negócios e maximizando seus resultados financeiros.</p>

<p id="block-e2f12ef1-e302-40f5-a005-88a9b24ff976">A falência da Oi sublinha a urgência deste trabalho:</p>

<ol id="block-a1a58a3c-1ad0-4d56-a7fb-4dbb4eba475c" class="wp-block-list" start="1">
<li>Garantia de fluxo de caixa: Uma estrutura tributária otimizada e legalmente eficiente é a principal ferramenta para garantir a saúde do fluxo de caixa. Evitar o pagamento indevido de impostos ou a gestão passiva de créditos tributários é vital para impedir o &#8220;esvaziamento patrimonial&#8221; que levou a Oi à falência.</li>

<li>Economia tributária real: Não se trata apenas de pagar menos, mas de pagar o justo, com segurança e assertividade. Essa economia se converte em capital de giro, permitindo que a empresa invista em crescimento e tenha reservas para enfrentar crises de mercado.</li>
</ol>

<h3 id="block-51951b50-e4b0-4ad2-8b41-cc329f7a368b" class="wp-block-heading">Blindagem jurídica e <em>compliance</em>: A chave para a longevidade</h3>

<p id="block-4933cd5d-6adb-49f3-9922-4c445f811e6d">Como um ecossistema que une as áreas tributária, fiscal e jurídica multidisciplinar (cível, tributário, trabalhista, societário e paralegal), a TT &amp; CO. se posiciona como um escudo protetor:</p>

<ul id="block-72892962-cb98-4f6d-aa39-67268ca8d765" class="wp-block-list">
<li>Prevenção de passivos: Através da assessoria jurídica e do <em>compliance</em> fiscal, identificamos e neutralizamos riscos antes que eles se tornem ações judiciais ou autuações fiscais, evitando surpresas que comprometam a estabilidade financeira da empresa.</li>

<li>Gestão de crises: Quando a crise se instala (seja por um fator de mercado ou um revés legal), nossa equipe atua como um parceiro estratégico para guiar a empresa através dos desafios, buscando soluções que preservem a operação e o patrimônio.</li>

<li>Decisões com segurança: Nosso objetivo é trazer economia tributária e compliance fiscal aos clientes com segurança e assertividade. Isto é crucial. Uma decisão jurídica ou fiscal equivocada pode gerar um passivo incalculável, minando a confiança de credores e investidores.</li>
</ul>

<h3 id="block-66d8a43f-5804-4acd-884d-265a79c5652e" class="wp-block-heading"><strong>A TT &amp; CO. é seu parceiro estratégico</strong></h3>

<p id="block-247a41cb-d1af-4e06-a4ad-b16c88e2de1c">Nossos valores nos guiam: Agir com ética, responsabilidade, profissionalismo e respeito.</p>

<p id="block-9dc05a24-4446-44bf-9d2c-92c48a2363ff">Na TT &amp; CO., entendemos que ser referência em performance tributária para pequenas e médias empresas (nossa visão) exige mais do que cálculos complexos; exige um compromisso integral com a saúde e a longevidade do seu negócio.</p>

<p id="block-cb8e27ea-004d-4165-8196-ae770ca119ab">A falência da Oi serve como um lembrete sombrio, mas a sua empresa pode escrever uma história diferente. Conte com a nossa expertise para blindar seu futuro, garantir sua sustentabilidade e focar no que você faz de melhor: crescer.</p>

<p id="block-3dba1b91-301d-47b7-866a-4ba1f68216f8">Quer otimizar a estrutura tributária e garantir o <em>compliance</em> total da sua empresa?</p>

<p id="block-bf21f126-d82a-497a-9d5c-3f81c4c46db3">Por TT &amp; CO. – Expertise multidisciplinar para a sustentabilidade empresarial</p>
								</div>
					</div>
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		<title>PEP-RJ: oportunidade para empresas regularizarem débitos com vantagens fiscais</title>
		<link>https://ttco.com.br/conteudo/pep-rj-oportunidade-para-empresas-regularizarem-debitos-com-vantagens-fiscais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ttco]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 19:45:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gestão fiscal eficiente é um dos pilares para a estabilidade e o crescimento de qualquer empresa. Em um ambiente de alta carga tributária e constantes mudanças legislativas, programas de parcelamento com condições vantajosas tornam-se instrumentos estratégicos para regularizar pendências e recuperar o fôlego financeiro. Neste contexto, o Estado do Rio de Janeiro instituiu o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A gestão fiscal eficiente é um dos pilares para a estabilidade e o crescimento de qualquer empresa. Em um ambiente de alta carga tributária e constantes mudanças legislativas, programas de parcelamento com condições vantajosas tornam-se instrumentos estratégicos para regularizar pendências e recuperar o fôlego financeiro.</p>



<p>Neste contexto, o Estado do Rio de Janeiro instituiu o Programa Especial de Parcelamento (PEP-RJ), por meio da Lei Complementar Estadual nº 225, de 27 de outubro de 2025, com o objetivo de facilitar a quitação de débitos estaduais tributários e não tributários, em condições diferenciadas.</p>



<p><strong>Abrangência do PEP-RJ</strong></p>



<p>O PEP-RJ permite que pessoas físicas e jurídicas regularizem créditos do Estado do Rio de Janeiro, constituídos ou não, inscritos ou não em Dívida Ativa, desde que os fatos geradores tenham ocorrido até 28 de fevereiro de 2025.</p>



<p>O programa não se limita apenas aos tributos estaduais como ICMS, IPVA e ITD. Também podem ser incluídos débitos relacionados ao Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF), Fundo Orçamentário Temporário (FOT), além de multas por descumprimento de obrigações acessórias e multas de natureza não tributária.</p>



<p><strong>Principais vantagens: Descontos expressivos em juros e multas</strong></p>



<p>O grande atrativo do PEP-RJ é a redução significativa de multas e juros. O programa estabelece um escalonamento de descontos diretamente proporcional à celeridade da quitação, incentivando o pagamento à vista ou em poucas parcelas:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Modalidade de Pagamento</strong></td><td><strong>Redução sobre Multas e Juros</strong></td></tr><tr><td>Pagamento à vista (parcela única)</td><td>95%</td></tr><tr><td>Parcelamento em até 10 vezes</td><td>90%</td></tr><tr><td>Parcelamento em até 24 vezes</td><td>60%</td></tr><tr><td>Parcelamento em até 60 vezes</td><td>30%</td></tr><tr><td>Parcelamento em até 90 vezes</td><td>Sem Redução</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Para os casos em que o débito se limita à aplicação da multa, esta será reduzida a 50% de seu valor, mantendo-se os percentuais de redução dos acréscimos moratórios. Condições especiais, como o parcelamento em até 180 vezes, são ainda previstas para empresas em recuperação judicial ou com falência decretada.</p>



<p><strong>Condições de adesão e cuidados necessários</strong></p>



<p>A adesão ao PEP-RJ, cujo prazo máximo é de 60 dias após a regulamentação (prorrogável uma única vez), exige o pagamento da parcela única ou da primeira parcela. Contudo, o ingresso no programa implica a confissão irrevogável e irretratável dos débitos e a desistência de ações judiciais e defesas administrativas em curso, com renúncia ao direito de questionamento futuro. A comprovação da desistência deve ser apresentada em até 60 dias do recolhimento.&nbsp;</p>



<p>Tendo em vista esses aspectos, é fundamental que o contribuinte avalie estrategicamente se vale a pena desistir de litígios com boas chances de êxito em troca dos benefícios do parcelamento.</p>



<p><strong>A Possibilidade de Compensação com Precatórios</strong></p>



<p>O programa inova ao permitir a compensação de débitos inscritos em Dívida Ativa com precatórios, próprios ou de terceiros. Esta modalidade oferece uma redução de 70% sobre multas e juros, mas com limites de compensação sobre o valor total do débito: <strong>75% para o ICMS</strong> e <strong>50% para o IPVA</strong>.&nbsp; O saldo remanescente deve ser pago em dinheiro no prazo de cinco dias úteis após o deferimento da compensação.</p>



<p><strong>A Decisão Estratégica</strong></p>



<p>O PEP-RJ representa uma janela de oportunidade de regularização fiscal para os contribuintes, com descontos expressivos e opções de parcelamento amplas, o programa favorece tanto a recuperação financeira das empresas quanto a arrecadação do Estado.</p>



<p>A decisão de adesão deve ser precedida por um acompanhamento fiscal minucioso e um planejamento estratégico adequado, com o objetivo de maximizar os benefícios da redução. Isso porque a gestão correta dos prazos e o cumprimento dos requisitos formais são fundamentais para assegurar a efetivação desses benefícios.</p>



<p>Uma consultoria tributária especializada pode auxiliar desde a consolidação correta dos débitos até a análise de litígios em curso, garantindo que a adesão traga o máximo de benefícios possíveis sem riscos futuros.</p>



<p>Por: Karen</p>



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